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sexta-feira, 11 de março de 2011

TUTOR PRESENCIAL no curso em Educação para as Relações Étnico-Raciais, da UFPEL/SECAD/UAB

 

N°1-12 de  Março ano 2011 -Guaíba- RS –Brasil

 

TUTOR PRESENCIAL no curso em Educação para as Relações Étnico-Raciais, da UFPEL/SECAD/UAB

A Universidade Federal de Pelotas – UFPEL torna pública, a abertura das inscrições e as

normas que regerão o processo seletivo para formação de cadastro de reserva de

BOLSISTAS que atuarão como TUTOR PRESENCIAL no curso em Educação para as

Relações Étnico-Raciais, da UFPEL/SECAD/UAB, conforme segue:

http://cead.ufpel.edu.br/docs/edital-tutor-presencial-final.pdf

Dúvidas e informações através do e-mail: etrc.ufpel@gmail.com

As inscrições para TUTOR à PRESENCIAL serão realizadas no período de 14 a 17 de março de 2011.

Editais de seleção de Tutores Presenciais para atuarem nos cursos de Aperfeiçoamento em Educação Ambiental, Educação de Jovens e Adultos na Diversidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Produção de Material Didático para a Diversidade. As inscrições estarão abertas no período de 14 a 17 de Março

Download Educação para as Relações Étnico-Raciais

FONTE

http://cead.ufpel.edu.br/

quinta-feira, 10 de março de 2011

Egbomi Conceição Reis de Ogum: DESTAQUE PARA OS FILHOS DE GANDHY

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Filhos de Gandhy” homenageia Valmir Assunção

Valmir ao lado do ministro da sa ¦de Jose Padilha - FOTO Assessoria 1O tempo passa, e a história muda, assim como mudam seus personagens. Características ideológicas, ações inclusivas, atitudes e respeito à população, são elementos fundamentais para comparar personagens da história geral que se confundem por serem não apenas parecidos, mas também por lutarem pelas mesmas causas em tempos diferentes. Dessa vez o enredo baiano cuidou de marcar as vidas do representante do povo Valmir Assunção (deputado federal) e do líder hindu Mohandas Ghandi que, neste Carnaval 2011, serão lembrados pelo Bloco “Filhos de Gandhy”.

No circuito batatinha a tradicionalmente saída dos “Filhos de Gandhy” sempre acontece com o padê de Exú - deus iorubano que abre os caminhos -, no meio do Largo do Pelourinho e, por isso, é uma cerimônia muito esperada e uma das principais atrações do Carnaval do Pelô. Neste momento, o governador Jaques Wagner, o deputado federal Valmir Assunção e o ex-ministro da cultura e cantor Gilberto Gil, juntamente com a diretoria do bloco, realizam o ato.

O bloco, ao chegar à Praça Castro Alves, homenageou Valmir Assunção que se tornou sócio benemérito da instituição. A homenagem ainda uniu sua história e a de Gandhi, que têm em comum a luta pela liberdade, emancipação do seu povo e, acima de tudo, são dois lutadores que dedicaram suas vidas políticas em busca do desenvolvimento social, econômico dos menos favorecidos e da busca da paz. O processo de colonização deixou como herança a fome, a opressão aos povos, a pobreza. Tanto Valmir quanto Gandhi escolheram lutar ao lado do seu povo, buscando a igualdade e a liberdade através de manifestações pacíficas.

Valmir luta pela reforma agrária pelos direitos iguais utilizando-se das formas pacíficas de protesto. Gandhi líder indiano pacifista também lutou pelos direitos do seu povo utilizando-se sempre meios pacíficos.

Afoxé Filhos de Gandhy

Valmir Assun º úo  ® o presidente do Filhos de Gandhy AGNALDO SILVA - FOTO Divulga º úo 1Em 62 anos de vida, o “Afoxé Filhos de Gandhi” fez não apenas a sua história, mas a própria história do carnaval de Salvador. Tudo começou há pouco tempo, em 1949, com um grupo de estivadores, que com a genialidade de “Vavá Madeira”, tomou por base a figura do líder indiano pacifista, Mohandas Karamchand Gandhi, fez surgir nas ruas de Salvador o bloco, hoje afoxé, “Filhos de Gandhy”,  inspirado nos princípios de não violência e paz, tendo como tradição da religião africana ritmada pelo agogô e do seu ritmo ijexá na linguagem yorubá.

Nessa homenagem que faz ao deputado federal Valmir Assunção, o “Filhos de Gandhy” personaliza o líder, defensor dos direitos do cidadão, o respeito aos direitos sociais do povo sem levar em conta a sua origem  e antes de tudo, o reconhecimento por aquele que trabalha em favor da paz na sua mais completa manifestação.

Assessoria do deputado Valmir Assunção

71 99225998

terça-feira, 8 de março de 2011

lmpério Serrano e o “Canto de Ossanha

No Carnaval 2011, a Escola de Samba Império Serrano (RJ) homenageou a obra literária e musical de Vinicius Império Serrano e o “Canto de Ossanha”de Moraes, e consequentemente o Orixá Ossaim, cuja canção Canto de Ossanha, foi composta por ele, em uma época em que conheceu Baden Powell, grande amigo de copos e noites, e que o levou a se aproximar do Candomblé. Sucessos como Samba da Benção, Lamento de Exu, Canto de Xangô e o próprio Canto de Ossanha, surgiram a partir daí.

Uma das fantasias apresentadas pelo Império Serrano, fazia alusão ao Orixá Ossaim, assim como o Samba Enredo, que continha a seguinte frase: “Caô, meu Pai Xangô. Se o canto é de Ossanha, vou bater o meu tambor. ‘Lamento de Exu’, que o poetinha cantou.”

“...uma forma de exaltar minha crença, meu pensar e agir. Eu o branco mais preto do Brasil, Capitão do Mato, Vinícius de Moraes, na linha de Xangô peço axé ao meu povo!” – Vinicius de Moraes

Imagem: Império Serrano

Fonte A GAXÉTA

EDITORIAL DA REVISTA CONEXÃO AFRO

N°o1- o8 de  Março ano 2011 -Guaíba- RS -Brasi

REVISTA CONEXÃO AFRO




EDITORIAL

O lançamento da Revista Conexão Afro Online nos remete a reflexão da origem do nome que  expressa um momento mágico criativo jornalístico por podermos elaborar um instrumento politico para ser utilizado em qualquer época em qualquer tempo. Sempre que é usado possibilita  visibilidade as questões afro, cultura arte e tradição de matriz africana, foi pensado inicialmente como um meio da Assobecaty contribuir com a sociedade, estimulando o resgate dos valores de raiz afro. Mesmo sendo criado dentro de um terreiro de tradição, não foi obstáculo para as inovações , um  nome forte apresentado em várias iniciativas. É pioneiro, por estar sempre apostando na interatividade através de programa de rádio comercial, rádio web e comunitária, em sites e nos 38 Blogs mantidos com conteúdos autenticamente produzidos por nós e outros dois de maneira colaborativa. Na 1° Conferência Nacional de Promoção a Igualdade Racial- DF Brasilia (2005) experênciamos a gravação de  documentário em video com autoridades do Brasil  e no ano de 2006, quando foi  realizada a primeira edição do  Jornal Conexão.

O nome tem credibilidade e se apresenta como um instrumento desafiante, para  as religiões  de tradições  afros frente ao terceiro milênio por possibilitar cindir para sempre com a invisibilidade, da raiz africana, assim, como arte e a cultura negra, que entra em discussão, nesse espaço.Foi  realizado o pré - lançamento, em novembro de 2010, dentro da programação do  I Encontro Estadual do Instituto Nacional da Tradição e Cultura Afro Brasileiro, INTECAB-SP, acontecimento que nos honra muito e que obteve a presença marcante da mais nobre  tradição  dos orixás no estado de  São Paulo, e alguns outros estados, que testemunharam e abençoaram a iniciativa, do axé do batuque do sul.  Saudamos  Mãe Ana de Ogum e a Mãe Juju de Oxum as mais velhas! Que Ogum e Oxum abençoe os caminhos da Revista Conexão Afro!

Axé São Paulo,  Axé Brasília, Axé Florianópolis, Axé Paraíba, Axé Rio de Janeiro, Axé Belém do Pará, Axé Recife,  Axé Salvador, Axé  Rio Grande do Sul, Axé  Brasil.

Axé Argentina, Axé Uruguai, Axé Portugal, Axé Itália,  Axé Espanha, Axé Africa , AXÉ MUNDO !

Você está convidad@ a acessar este instrumento colaborativo e de compartilhamento de conhecimentos. Dê a sua sugestão, divulgue a sua agenda, traga a matéria de seus eventos contribua com este instrumento de luta, ele é nosso!!!

http://conexaoafro.wordpress.com/

conexaoafro@gmail.com

Mais uma Ação Afirmativa pelo Ano Internacional Afrodescente - ONU 2011


Yalorixá Carmen de Oxalá

Líder Espiritual Assobecaty

Dia Internacional da Mulher -assobecaty mulher

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sábado, 5 de março de 2011

MULHER DE ARAÇATUBA, ROMPENDO A BARREIRA DA INVISIBILIDADE

Ebony-300x202A Mulheres de aralatubaNo dia 10 de março de 2011, a Secretaria de Participação Cidadã, realizará Seminário com o tema “A Mulher de Araçatuba, Rompendo a Barreira da Invisibilidade”. Na ocasião será realizada avaliação da atual conjuntura enfrentada pelas mulheres no Brasil e serão debatidos os temas trabalho com ênfase no assédio moral e a violência doméstica, que de acordo com pesquisa realizada pela Fundação Perseu Abramo em parceria com o SESC aponta que a cada dois minutos cinco mulheres sofrem agressões violentas no Brasil. Objetivando sensibilizar e envolver todo o Governo Municipal, a Secretaria Municipal de Participação Cidadã realizou três reuniões organizativas, com participação dos quatro CRAS (Umuarama, São José, Jussara e Rosele), o CREAS e ainda o CRM. Nestas reuniões, apresentamos a proposta de criarmos a RPMA (Rede de Proteção à Mulher de Araçatuba), com diversos encaminhamentos no sentido de criar e fortalecer vários mecanismos que servirão para compor a mencionada rede e que terá o papel de trabalhar a autoestima das mulheres da cidade, orientação, prevenção e encaminhamento de possíveis denúncias. A Secretaria Municipal de Participação Cidadã através de seu Departamento de Afirmação de Direitos entende que somente com ação coordenada, poderemos construir uma nova realidade em Araçatuba para que a mulher ocupe o seu lugar de destaque na sociedade, tendo todos os seus direitos respeitados.

sexta-feira, 4 de março de 2011

Ebony-300x202A MULHER DE ARAÇATUBA, ROMPENDO A BARREIRA DA INVISIBILIDADE

No dia 10 de março de 2011, a Secretaria de Participação Cidadã, realizará Seminário com o tema “A Mulher de Araçatuba, Rompendo a Barreira da Invisibilidade”. Na ocasião será realizada avaliação da atual conjuntura enfrentada pelas mulheres no Brasil e serão debatidos os temas trabalho com ênfase no assédio moral e a violência doméstica, que de acordo com pesquisa realizada pela Fundação Perseu Abramo em parceria com o SESC aponta que a cada dois minutos cinco mulheres sofrem agressões violentas no Brasil. Objetivando sensibilizar e envolver todo o Governo Municipal, a Secretaria Municipal de Participação Cidadã realizou três reuniões organizativas, com participação dos quatro CRAS (Umuarama, São José, Jussara e Rosele), o CREAS e ainda o CRM. Nestas reuniões, apresentamos a proposta de criarmos a RPMA (Rede de Proteção à Mulher de Araçatuba), com diversos encaminhamentos no sentido de criar e fortalecer vários mecanismos que servirão para compor a mencionada rede e que terá o papel de trabalhar a autoestima das mulheres da cidade, orientação, prevenção e encaminhamento de possíveis denúncias. A Secretaria Municipal de Participação Cidadã através de seu Departamento de Afirmação de Direitos entende que somente com ação coordenada, poderemos construir uma nova realidade em Araçatuba para que a mulher ocupe o seu lugar de destaque na sociedade, tendo todos os seus direitos respeitados.

quinta-feira, 3 de março de 2011

    ROUXINOL  Coluna de Egbomy Conceição Reis de Ogum

Ebony-300x202 Olhem só que interessante !
  LUTEI E CONSEGUI
Márcia Severino de Oliveira. Assim foi batizada, uma mulher de pele negra, considerada um símbolo contra todas as desigualdades. Márcia, uma brasiliense simpática, tem mais de 40 décadas de caminhada, marcada por sofrimentos, discriminações e vitórias. “Meu pai tinha uma chácara em Águas Lindas de Goiás. Morávamos no DF (Distrito Federal) e aqui ao mesmo tempo, mas meu coração é aguaslindense com certeza”, ressalta.
Popularmente conhecida por Márcia Napoleão – por ser filha do pioneiro e policial federal João Napoleão, que veio viver e morar em Águas Lindas desde 1982 – a professora, formada em pedagogia pela Universidade Católica de Brasília, sempre lutou pelo direito do povo, como se fosse uma causa particular.

O pai de Márcia ficou conhecido por ajudar na construção da Igreja São Pedro de Águas Lindas de Goiás
Mãe de uma menina de seis anos, Márcia moradora de Taguatinga/DF, fez sua carreira em Águas Lindas de Goiás, onde iniciou como diretora do Colégio Municipal Darci Ribeiro em 1998. “Nesta época me destaquei, pois inovei totalmente. Transformei a escola numa verdadeira casa para os alunos. Cuidava de mais de 1200 alunos, como se fossem todos meus”, afirma Márcia.
Márcia revolucionou o campo acadêmico em Águas Lindas. Transformou as escolas, em um lugar agradável, onde crianças e adolescentes gostavam de ficar o dia todo. “Tenho orgulho de dizer, que fiz a diferença neste município, apesar de tantas dificuldades que passei”, completa.
Exemplo de vida!
Márcia foi além. Ajudou a criar a primeira biblioteca do município. “Já cataloguei mais de quatro mil livros, durante muito tempo. Foi trabalho demais”, brinca.
Além das dificuldades que já existiam em Águas Lindas, a professora teve que enfrentar discriminações. “Infelizmente, passei por isso, fui humilhada por ser negra e por acharem que eu não teria capacidade para certas coisas. Foi muito triste e traumático”, conta Márcia.
Mas a guerreira não permitiu que isso atrapalhasse seus sonhos. Depois de muito tentar entender o que estava acontecendo, a professora descobriu. “Eu tinha medo de enfrentar as pessoas, eu tinha medo de mostrar minha capacidade. E foi justamente este medo, que me ajudou e transformou tudo”, comemora.
Márcia criou então, o projeto “Quebrando a Cultura do Medo”, na tentativa de mostrar a importância das pessoas lutarem pelos seus direitos e não se permitirem sofrer qualquer tipo de discriminação. O projeto deu início na Escola Kennedy, no Setor Pérola, em 2005.
“O projeto serve para as pessoas entenderem uma coisa: não adianta fugir dos problemas, o melhor é encará-los. Graças a Deus, o projeto atende principalmente crianças e adolescentes. Esses precisam aprender desde cedo, o que é lutar pelos direitos. Saber peitar tudo aquilo que for ruim”, explica Márcia.

O projeto tem o apoio do Ministério de Políticas de Promoção da Igualdade da Presidência da República e atualmente, atende todas as escolas municipais de Águas Lindas de Goiás.
Márcia, feliz e orgulhosa, deixa uma mensagem. “Espero que as pessoas prossigam com este respeito ao próximo e que saibam recorrer quando for necessário. Sempre que precisar: denuncie e dê seu grito de liberdade”.
Texto: Karolline Soares
Foto: Arquivo pessoal
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Fonte: ASPIR