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sábado, 7 de janeiro de 2012

Primeiro aluno de Medicina a entrar por cotas na Ufba recebe diploma

Ícaro Luis tornou-se ícone do sistema; aprovado em concurso para o Programa de Saúde da Fmília, já tem emprego garantido

06.01.2012 | Atualizado em 06.01.2012 - 09:02

Foto: Almiro Lopes

Ícaro começou Medicina na Ufba em 2005

Luana Ribeiro
luana.ribeiro@redebahia.com.br

Em uma casa azul na Ladeira Manoel Faustino - mesmo nome de um dos líderes negros da Revolta dos Alfaiates, que em 2011  se tornou Herói da Pátria – Ícaro Luis Vidal, 24 anos, se apronta para o grande dia de sua vida. À noite, o primeiro estudante a ingressar pelo sistema de cotas no curso de Medicina da Universidade Federal da Bahia (Ufba) se forma.

As trancinhas que a cabeleireira faz em seu black power têm dois motivos: um é poder vestir o capelo de formatura (chapéu usado na solenidade). O outro é a pressão de sua mãe, Raimunda Vidal dos Santos, 47, que acha que assim o filho fica mais bonito para a festa, realizada ontem à noite, no Centro de Convenções.

Ícaro começou o curso em 2005, quando a Ufba implantou o sistema de cotas. Hoje, a instituição reserva 2% das vagas para índio-descendentes e 43% para alunos que tenham todo o ensino médio em escolas públicas. Desses, 85% são para estudantes que se declararam pardos ou pretos.

Ao fim do 3º ano no Colégio da Polícia Militar, conciliado com o cursinho, Ícaro já tinha passado no meio do ano em Direito na Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs). “Assim, eu fiz a prova mais tranquilo”. Amiga de infância, Inês Costal, 24, lembra dele como aluno aplicado. “Sempre foi brilhante, era o CDF”, relata.

Orgulho
Ícaro atribui o desempenho à sua criação. “Ele nunca me deu trabalho, mas sempre cobrei. A média do colégio era 8, mas eu exigia  9”, lembra a mãe. O rigor deu resultado. “Tenho orgulho dos meus filhos”, afirma ela, incluindo a filha Ísis Carine dos Santos, 25, que mês que vem se forma em Engenharia Química, também na Ufba.

Ontem, na formatura, dona Raimunda via o sonho realizado e vibrava num longo rosa. “Dever cumprido. Agora vou cuidar de mim”, diz ela, que este ano vai tentar cursar Pedagogia. “Espero conseguir uma vaga pelo Enem”, torce.
Ícaro divide com ela e com Ísis uma casa na Liberdade. O pai, que mora em Feira de Santana, também veio para a formatura. Uma outra irmã mora em Conceição de Feira.


Primeiro aluno de Medicina a entrar por cotas na Ufba recebe diploma

Desafios
O sonho de Medicina surgiu cedo. Ao ver crescer a barriga de três tias que engravidaram na mesma época, a cabeça do menino de 6 anos se encheu de perguntas. “Queria saber como tinha entrado, como saía”, lembra. Com o tempo, esqueceu a obstetrícia: agora quer ser oncologista. “Conviver com esses pacientes, tão carentes de atenção, me despertou para a área. O câncer é uma doença que isola”, reflete.

Se os pacientes sofrem, Ícaro também passou perrengues. Nos dois primeiros anos, além de cursar a faculdade, trabalhava e fazia curso técnico em Química, no Instituto Federal da Bahia (Ifba, então Cefet), que lhe possibilitou ser perito técnico da Polícia Civil.

O rapaz só chegava em casa às 23h e ainda tinha que estudar até as 2h.  Várias vezes acabou dormindo em cima dos livros. “Mas nunca repeti nenhuma matéria”, orgulha-se.

O grande impacto na Ufba foi o grau de dificuldade. “A cota facilita a entrada, mas sair depende de você”, analisa.

Hoje, Dr. Ícaro está encaminhado:  passou em um concurso para médico do Programa Saúde da Família (PSF). E quer mais. “Quando vi a equipe do (Hospital) Sírio-Libanês que cuidou de Lula falando com os repórteres, pensei: um dia eu é que vou estar aí”.

Projeto propõe cotas obrigatórias
Mesmo com tantas universidades no país adotando cotas, não há uma lei federal que determine regras ou obrigue as instituições a aderirem ao sistema. As universidades têm autonomia para decidir quantas vagas destinarão às cotas e se o critério será socioeconômico ou étnico. Um Projeto de Lei (71/99) sobre o tema já foi aprovado na Câmara e desde 2008 aguarda para ser votado no Senado. Segundo a proposta, apresentada em 1999 pela então deputada federal Nice Lobão (PFL-MA), as universidades públicas federais reservariam vagas para estudantes que tenham cursado integralmente o ensino médio em escolas públicas, tenham renda familiar per capita de até 1,5 salário mínimo e sejam negros, pardos ou indígenas.

No Supremo Tribunal Federal (STF), o ministro Ricardo Lewandowski relata duas ações contra cotas para negros. A primeira foi ajuizada pelo DEM contra a Universidade Federal de Brasília (UnB), onde  uma comissão decide por foto ou entrevista quem pode ser classificado como negro, pardo ou branco.  A outra foi proposta em maio  por um estudante que não foi aprovado na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Há ainda no STF mais três ações sobre o sistema de cotas adotado pelo ProUni. Os processos estão na pauta de votação desse ano.

"quando se aprende a amar o mundo passa a ser seu"


- renato russo -



--- Em sex, 6/1/12, Marcos Cardoso <macardoso1109@yahoo.com.br> escreveu:

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Olá galera da Rede Cultura na Rua, tudo bem ?

Em nome da ASSOBECATY, gostaria de parabenizá-los pelo sucesso do evento de final de ano e  agradecer a logo cultura na ruaparticipação de todos  na excelente festa da Rede Cultura na  Rua : O  EMBOLADÃO, repercutiu no jornal de maior repercussão popular do estado o  Diário Gaúcho, também esta bombando na imprensa Guaibense. Além de ter caido  na boca do povo. no bom sentido. Na peimeira reunião do ano continuamos essa avaliação na reunião,  estaremos   ouvindo  os relatos de todos, assim como estaremos registrando-os e postando-os.

Reunião dia 07/01/2012

Horas: 9:30hs

Um forte Axé

Mãe Carmen  de Oxalá 

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Convite KITAANDA BANTU‏

Vaana mbote! (Saudações!)

A Associação Cultural de Preservação do Patrimônio Bantu – ACBANTU é membro titular da Comissão Nacional de Desenvolvimento Sustentável de Povos e Comunidades Tradicionais e da Comissão Estadual de Sustentabilidade para Povos e Comunidades Tradicionais da Bahia, onde representa os Povos de Terreiro e tem a atribuição de promover discussões para a implantação da Política Nacional de Desenvolvimento Sustentável de Povos e Comunidades Tradicionais, conforme o Decreto Presidencial nº 6040.

Neste sentido, desde o ano de 2006 estamos construindo um caminho para o etnodesenvolvimento de Povos de Terreiro, através de uma iniciativa denominada KITAANDA BANTU. Apesar de não dispormos do apoio financeiro de nenhum órgão, esta iniciativa realiza ações para a mobilização, fortalecimento da organicidade, formação para o etnodesenvolvimento, divulgação e comercialização de produtos e serviços de 42 (Quarenta e dois) Povos de Terreiros, entre os quais também se encontram Comunidades Quilombolas, Extrativistas, Agricultores Familiares e Pescadores Artesanais.

Ao longo dessa trajetória celebramos a realização de diversas feiras itinerantes, participação em eventos (inclusive internacionais), fortalecimento do compartilhamento de conhecimentos respeitando a Ancestralidade e a preservação do nosso Patrimônio Imaterial, de tal forma que a Kitaanda Bantu vem participando de seminários envolvendo o etnodesenvolvimento e o etnoturismo como “experiência exitosa”. No ano de 2011 comemoramos a confecção de estruturas metálicas, segundo os modelos propostos pelas lideranças comunitárias, que vem sendo utilizadas nas feiras itinerantes.

Com o objetivo de dar continuidade a esta caminhada iremos realizar no dia 09 de Janeiro de 2012, às 16h00, no hall de entrada da sede da ACBANTU, a abertura de um espaço fixo de exposições, formação e comercialização dos produtos dos participantes da Kitaanda Bantu, para o qual contamos com sua honrosa presença.

Com grande expectativa aguardamos a confirmação de sua participação e nos colocamos a disposição para maiores informações no telefone: 7133215135 e e-mail: acbantu@acbantu.org.br.

Em anexo segue o convite.

Atenciosamente,

Taata Konmannanjy

Presidente ACBANTU

Visite Rede Afrobrasileira Sociocultur

O Galo Preto – Patrimônio Vivíssimo de Pernambuco!


Link para música: http://soundcloud.com/alexandrelomilodo/olha-o-idoso-cantando
OLHA O IDOSO CANTANDO by Alexandre L'Omi L'Odò

Com o pandeiro na mão, ele traz todos os ouvidos e olhares para si. Com forte memória e particular forma de improvisar e criar poesias na hora, o Mestre Galo Preto correu o mundo com sua originalidade natural e genialidade. Recentemente foi eleito pela Revista Aurora “o homem mais elegante do mundo”, por sua grande elegância, sendo comparado até como irmão gêmeo, em postura, da eleita a mais elegante do país, a empresária italiana Costanza Pascolato.

Com carisma, sorriso largo, ritmo forte e grande potencial criativo, o Mestre Galo Preto vem conquistando muitos públicos diferentes por onde passa. Traz em si a força e a presença da ancestralidade negra, evidente em sua música e trabalho. 

2012 será um ano muito importante em sua carreira retomada há quatro anos. Na altura dos seus 76 anos de idade, o Mestre acabou de ser selecionado no edital Conexão VIVO 2012, que irá levá-lo para shows em diversas partes do país. Aprovado como Patrimônio Vivo de Pernambuco nos últimos dias de 2011, terá a possibilidade concreta de gravar seu primeiro CD solo nos mais de 66 anos de carreira.

Felicidade é o nome de Galo Preto estes dias... Tendo visto o anúncio de sua nomeação como Patrimônio Vivo no Jornal da Globo as 7h da manhã do dia 28 de dezembro de 2011, acordou para a possibilidade de ter sua história reconhecida definitivamente. Ele tá que é sorriso só... Feliz e cheio de energia, já planeja uma festança de aniversário no dia 12 de março para comemorar este prêmio.

Com uma trajetória iluminada, Galo Preto dá a possibilidade ao Brasil de conhecer um pouco mais do coco, pois ele é didaticamente preocupado com o repasse de seus conhecimentos de mestre. Todo show dele é uma aula de cultura profunda. Seu repertório é sempre inédito! Tudo novo em cada show. Shows de repente... Só o refrão é o mesmo, às vezes, quando ele não inventa de pegar toda banda desprevenida com novas melodias e refrões improvisados na hora. É pura diversão ver um show de Galo... Perceber sua criatividade e velocidade em dar soluções de rima para as músicas é fantástico. 

Renovado com mais essa vitória em sua vida, o Mestre pretende fazer de 2012 um ano inesquecível em sua carreira. Quer gravar CD, viajar, compor, fazer parcerias e brincar ensinando muito em todo lugar que passar.

Antes de ser nomeado Patrimônio Vivo, ele já era Mestre Griô pelo Ministério da Cultura, projeto aprovado em 2010. Visitou muitas escolas públicas onde foi homenageado com trabalhos de crianças e adolescentes. Sempre levando sua alma moderna e inovadora para o contato com os meninos e meninas curiosos por estarem ali conhecendo um grande mestre da cultura pernambucana.

Seu trabalho não pára. O mestre está vivíssimo e cheio de força para contribuir mais ainda com a memória e a cultura pernambucana, conseqüentemente brasileira. Sua força tá na rima, no pandeiro, na pisada forte de sua sambada. Galo Preto sempre foi Patrimônio! Este prêmio não o legitima como mestre que ele sempre foi, mas o dá a possibilidade de ter reconhecido de forma ampla e com uma ajuda financeira merecida a sua trajetória difícil e bonita de vida.

Espero que essa nossa caminhada ainda dure mais uns 76 anos... Temos que desfrutar do verdadeiro sabor do coco nordestino ao som do Mestre Galo Preto, um artista único no que faz e da forma que faz... Uma pérola rara, um diamante da música nacional.

Alexandre L'Omi L'Odò

Produtor e sacerdote

alexandrelomilodo@gmail.com

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Alexandre L'Omi L'Odò
Sacerdote Iyáwò L'Osùn e Juremeiro
Estudante de História - UNICAP
Músico/Percussionista - Arte-educador
Pesquisador - Produtor Cultural/Fonográfico
Gestor Cultural e Exotérico Holístico
Rua da Harmonia nº.27
Peixinhos - Olinda - PE
Cep:53220-330
00 55 (81) 8887-1496 (Oi) / 3244-2336 (Res.) / 9868-5570 (TIM)
www.alexandrelomilodo.blogspot.com
www.nacaocultural.pe.gov.br/alexandrelomilodo
www.myspace.com/mestregalopreto

Comissão da ONU aprova resolução contra intolerância religiosa

Ampliar imagem A Comissão de Direitos Humanos, da ONU, aprovou no dia 22 de dezembro de 2011, em Genebra, uma resolução _ proposta pela União Européia _ para eliminar todas as formas de intolerância religiosa, na qual se exorta os Estados a garantirem que ninguém seja privado da vida, da liberdade e da segurança, por razões de religião ou crença.

ONU aprova norma contra a intolerância religiosa

Com a sua opção por um meio termo, a Assembleia Geral das Nações Unidas aprovou por consenso uma norma em que se apela aos governos mundiais que combatam todos os sinais de intolerância religiosa. A ONU descartou o texto proposto pelo bloco muçulmano, que preferia uma condenação da "difamação religiosa". De acordo com seus críticos no Ocidente, essa terminologia justificaria a "lei da blasfêmia", que permite condenar à morte no Islã aqueles que insultam o Alcorão ou Maomé.
A reportagem é de Francisco de Andrés, publicada no sítio ABC, 21-12-2011. A tradução é de Moisés Sbardelotto.
A resolução foi aprovada por consenso das 193 nações da Assembleia, sem necessidade de votação. O texto declara que qualquer discriminação "por razões de religião ou crença constitui uma violação dos direitos humanos". Também expressa a sua preocupação contra o ódio religioso e o fracasso de alguns Estados na luta contra essa "tendência crescente".
Com esse passo, a ONU se distancia de alguns textos aprovados no passado pelos órgãos das Nações Unidas com sede em Genebra, em que pesa muito a Organização da Conferência Islâmica (OIC), presidida pelo Paquistão. Nesse país, vige a "lei da blasfêmia", protetora apenas da religião muçulmana, e no qual uma cristã – Asia Bibi – vive há um ano no corredor da morte por supostos insultos contra Maomé.
Segundo os especialistas, a resolução da ONU, impulsionada pela Europa, EUA e América Latina, convoca, ao contrário, os Estados a impor penas mais duras contra os abusos públicos contra a religião. Na Espanha, o recente escândalo levantado pelo calendário erótico da atriz Paz Vega na ermita do povoado de Gerena, na Sevilha, não gerou, até agora, nenhuma ação por parte da justiça civil

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Cresce mobilização de protesto contra intolerância religiosa

 

Entidades representativas das religiões de matriz africana, do movimento estudantil, da sociedade civil organizada, instituições governamentais e movimento negro alagoano, voltaram a se reunir nesta quarta-feira (28), na sede da Secretaria de Estado da Mulher, da Cidadania e dos Direitos Humanos, para dar início aos encaminhamentos com vistas a intensificar a mobilização de protesto contra a intolerância religiosa.

Além de atos políticos e ação judicial contra a Prefeitura de Maceió, eles cobram uma retratação do Município por ter estabelecido tempo e espaço para as oferendas à Iemanjá no dia 8 deste mês, inclusive ameaçando os religiosos com uso da força caso a decisão fosse desobedecida.

As atividades de protesto começam no dia 10 de janeiro com a denúncia formal ao Ministério Público, acompanhada de ato político e divulgação de uma carta aberta. Também está sendo organizado um grande cortejo para marcar a entrega da interpelação judicial, audiência na Câmara de Vereadores, além de um grande ato público em fevereiro, para lembrar o “Quebra de 1912” e denunciar as perseguições que ainda hoje sofrem as religiões afrobrasileiras.

Os organizadores do movimento consideram que a decisão da prefeitura foi um ato de intolerância religiosa. Na opinião do coordenador nacional de formação dos Agentes de Pastoral Negros (APNs), e integrante do Conselho Nacional de Promoção da Igualdade Racial (Cnpir), Helcias Pereira, o município feriu o Estatuto da Igualdade Racial, que menciona o direito à liberdade de crença e ao livre exercício dos cultos religiosos de matriz africana, inclusive a celebração de festividades e cerimônias de acordo com preceitos das respectivas religiões.

Para o coordenador da Comissão das Minorias e Direitos Humanos da OAB/AL, advogado Alberto Jorge Ferreira dos Santos, as tradições devem ser respeitadas e mantida a liberdade de religiosidade negra. “Não negociaremos com a prefeitura o lugar nem o horário destas cerimônias”, enfatizou.

Já o vice reitor da Uneal (Universidade Estadual de Alagoas) e historiador Clébio Araújo, destacou que a atividade do dia 8 de dezembro para os terreiros não significa apenas uma homenagem, mas uma celebração religiosa que segue preceitos e não pode ser mudada de qualquer forma, o que fere o direito de liberdade religiosa.

Mobilização – As comissões de trabalho agora intensificam a mobilização junto a outras entidades dos movimentos sociais, sindicais e de outros segmentos no sentido de ampliar as adesões de apoio às manifestações.

Valdice Gomes - Comissão de Jornalistas pela Igualdade Racial (Cojira-Alagoas). 9951-9584

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Seleção para o curso de formação em Leis Internacionais e ferramentas do Sistama ONU

Abriu a seleção para o curso de formação em Leis Internacionais e ferramentas do Sistama ONU para a garantia de Direitos Humanos para a População Negra.
É a segunda turma deste programa direcionado para população negra.
O curso é em inglês e se destina á sociedade civil, (sejam grupos de pesquisa, sejam ONG's), para que afro-diaspóric@s possam se apropriar de alguns caminhos para desdobrar políticas públicas, ações afirmativas com apoio da ceara política internacional.
Só lembrando que já foi aprovada a década dos afro-descendentes na ONU e em Março, creio que entre os dias 22 e 30, será a sessão "PAD Working Group" para discutir o Plano de Ação da década, uma ótima oportunidade para participação política pautando com quem recomenda para os Estados/Países, políticas para atender demandas da população negra no mundo.
Além do mais, no dia 12 de Março acontece o UPR - Revisão Periódica Universal. Uma sessão no Conselho de Direitos Humanos na ONU, aonde os países são questionados e recebem recomendações quanto ás denuncias feitas pela sociedade civil, (neste caso falam as ONG's com status ECOSOC ), sobre relatórios, apresentação de casos, Shadow Repport, entre outras ferramentas para que se denunciem violências de todos os tipos vivenciadas pela população negra.
Agradeço a divulgação.
Fiz parte do primeiro programa em Outubro de 2011 e estou a disposição para quem quiser tirar dúvidas e/ou compartilhar a experiência.
Um abraço,
Lia Maria
correiodalia@hotmail.com