Por ter sido autorizada pelo pai Oxalá a cursar Psicologia, o fato favorece a Yalorixá Carmen de deixar a marca da Tradição de Matriz Africana nos espaços oficiais de promoção e produção de conhecimento em saùde. Sobre este tema, a primeira reunião do ano de 2009, do GESPON- Grupo de Estudo de Educação em Saúde: Diversidade Cultural e a População Negra, que ocorreu com o Núcleo de Educação em Saúde Indigena e Negritude sob a orientação da Professora Aurea Jair Maciel, apresentou o calendário de programação que será desenvolvolvido durante o ano de 2009. Para a ASSOBECATY, a relevante discussão vem reafirmar o princípio de que toda casa de tradição de Matriz Africana por ser uma casa de Axé , já é em si, um espaço que produz saúde.
sexta-feira, 20 de março de 2009
quarta-feira, 23 de abril de 2008
Mãe-de-santo acende vela para São Jorge em terreiro demolido
Templo está sendo reconstruído em Salvador, mas obra deve demorar para ser concluída.
Mãe Rosa disse que todos os terreiros da capital baiana estão comemorando a data.
Glauco Araújo Do G1, em São Paulo
Mãe Rosa só conseguiu acender uma vela para São Jorge no terreiro demolido em Salvador (Foto: Edgar de Souza/G1)
A mãe-de-santo Rosalice Santos do Amor Divino, de 50 anos, passou o dia de São Jorge sem poder fazer um culto em homenagem ao santo, que no candomblé é conhecido como oxóssi. Ela coordena o terreiro Oyá Onipó Neto, em Salvador, e que foi parcialmente demolido em 27 de fevereiro deste ano.
Veja fotos do terreiro demolido em Salvador
"Não tenho recursos e nem forças para fazer uma 'batida' para o santo. Todos os terreiros de Salvador estão celebrando a data, mas eu só pude acender uma vela para oxóssi e nada mais", disse Mãe Rosa, como é conhecida na Bahia.
saiba mais
Parte do prédio do terreiro foi derrubado, provocou polêmica e uma série de manifestações contra a intolerância religiosa em Salvador. A responsável por autorizar a demolição foi Kátia Carmelo, já exonerada do cargo de chefia da Superintendência de Controle do Uso do Solo do Município (Sucom).
O templo está sendo construído, mas ainda falta muito para ser o que era antes da demolição. "Vai mais um mês de obra. Só tem um pedreiro e três ajudantes. Isso vai longe ainda. Pelo menos já levantaram as paredes, mas ainda falta a cobertura e conseguir novas imagens de santos", disse Mãe Rosa.
A demolição
Demolição de terreiro provoca polêmica em Salvador (Foto: ADI/Edgar de Souza)
De acordo com a prefeitura, a demolição foi ordenada por um suposto problema na escritura. Em nota, Kátia Carmelo disse que percebeu ter havido excesso na ação dos prepostos da Sucom, pediu desculpas e que "não é dada a preconceitos, muito menos religiosos."
Alguns dias após a derrubada do prédio, o prefeito de Salvador, João Henrique Carneiro, pediu desculpas pelo ocorrido, em público, e anunciou que o templo seria reconstruído. Segundo a mãe-de-santo Rosalice Santos do Amor Divino, de 50 anos, uma construtora, cujo nome é mantido em sigilo, assumiu a obra.
Castigo do céu
Marcos Rezende, de 33 anos, conselheiro da Secretaria Nacional de Direitos Humanos disse o efeito da destruição do terreiro veio dos céus logo no dia 28 de fevereiro. “Neste dia, uma chuva, como há muito tempo não se via em Salvador, provocou estragos na cidade. Foi a resposta dos orixás. Como religiosos, achamos que isso foi um clamor de Iansã e Xangô por Justiça”, disse.
Segundo ele, todos os quartos dos orixás foram derrubados na ação da Sucom. “A única imagem que caiu do barracão foi o orixá da Justiça (Xangô). Iansã é o orixá das ventanias e tempestades. Xangô também é o orixá dos raios e dos trovões. Por isso, achamos que o temporal que caiu em Salvador um dia após a derrubada do terreiro foi uma resposta contra a intolerância religiosa”, afirmou.
Rezende disse, ainda, que vários prédios da capital baiana têm problemas com a escritura e que isso não justificaria a ordem de demolição.
Para Almiro Sena, promotor de Controle à Discriminação e Intolerância Religiosa de Salvador, a derrubada do terreiro foi um ato arbitrário e inconstitucional. “O prefeito já sinalizou a reconstrução do terreiro, mas Kátia Carmelo, responsável pela demolição do prédio, ainda pode responder por crime de intolerância religiosa. O dano religioso é irreversível”, disse o representante do Ministério Público.
A Sucom informou que a responsável pela ordem de demolição foi exonerada dois dias depois do ocorrido.
sábado, 28 de abril de 2007
ASSOBECATY: O TERREIRO COM MAIOR COMPLEXO DE COMUNICAÇÃO DO BRASIL
Fonte http://www.satiramachado.com.br/2007/04/lanamento-do-portal-conexo-afro.html
CONVITE
A Assobecaty tem a honra em convidá-lo(a) para o lançamento do Portal Conexão Afro à realizar-se no dia 28 de abril, na sede da Assobecaty, com inicio às 15 horas. O portal destinado para comunidade negra do RS, vem a somar com o trabalho de comunicação realizado pela Assobecaty nos seus 60 anos de história.
Dia 28 de abril – sábado – das 15hs às 17hs.
Apresentação da Assobecaty
Lançamento do Portal
Coquetel
ASSOBECATY
Associação Beneficente Cultural Africana Templo de Yemanjá
Rua Wenceslau Fontoura, 226 – Santa Rita – Guaíba/RS
Telefone para informações:
3055-6655 / 9824-9459/ 92981584
e-mails para contato:
sexta-feira, 28 de abril de 2006
CERIMÔNIA OFICIAL DE LANÇAMENTO DO PORTAL CONEXÃO AFRO: NA ASSOBECATY
Um grande evento contou com os idealizadores do projeto, autoridades, imprensa, parceiros, amigos, simpatizantes, filhos de santos do lançamento do Portal Conexão Afro , que apresenta uma proposta inédita. Globalizar informações e dar voz e vez as comunidades de terreiros de matriz africana. Coordenado pela Assobecaty – Associação Beneficente Templo de Yemanja, o Portal oferece links diversos, com biblioteca, rádio e jornal comunitário, eventos e um fale conosco para receber contatos não só do Rio Grande do Sul, mas de todo o Brasil.
O Conexão Afro, nasce para suprir a carência de visibilidade que é histórica, essas são as palavras de Mãe Carmen de Oxalá ao abrir o evento
Após abrir a cerimônia, a religiosa presenta a estudante de jornalismo Cláudia Cambraia, que é a responsável pelas matérias do portal.
A estudante de Jornalismo Cláudia Cambraia, exibiu as páginas temáticas informando, o que os internautas vão encontrar ao navegar pelo site.
A diretora do departamento da cultura negra, Historiadora Miriam Leão, veio prestigiar o evento e parabeniza a iniciativa.
Nessa experiência estamos buscando reunir em um só lugar , tudo sobre a nossa trajetória religiosa. Esperamos que a comunidade local, gostem.
Assobecaty vem ousando, no modo de fazer comunicação desde o ano 2000, com o Programa de Rádio Conexão Afro, e a partir de hoje com essa experiência, que é outra forma de fazer comunicação, dentro de uma casa de religião de matriz africana.
A sutentação desta idéia, vem recebendo aval da comunidade de terreiro ASSOBECATY, esperamos que todos nós possamos usufruir. O conexão , sai das ondas de rádio e caminha a passos largo em direção ao novo que é a era do mundo digital.