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quarta-feira, 10 de agosto de 2011

JAGUM VOLTA PARA O ORÚN (CÉU)‏

AS COMUNIDADES DE TERREIRO DO CANDOMBLÉ E DA UMBANDA,  POVO DO SANTO E POVO DO AXÉ!
O BABALORIXÁ ANTONIO CARLOS GUIMARÃES (JAGUM)VOLTOU PARA O ORÚN COM A ALEGRIA E
ESPIRITUALIDADE QUE LHE ERA PECULIAR NO MES EM QUE COMERAMOS SEU ORIXÁ OMULÚ.
A ESTE GUERREIRO PODEMOS DIZER QUE!
DESDE JÁ ESTAMOS COM SAUDADES!
PAI A TI DEDICO MINHA VIDA, MINHA CAMINHADA, MINHA FÉ E MINHA ESPERANÇA EM DIAS MELHORES, A TI PEÇO,SEMPRE, REFO RÇO E VIGOR PARA ENFRENTAR TODOS OS MALES E INFORTÚNIOS DO DIA A DIA NA CIRCULAR DE Nº 024/2011 (N.09 (1) QUE SE ENCONTRA NO ANEXO.
ESTA SUA HISTÓRIA E TRAJETÓRIA COM MAIORES DETALHES DE INFORMAÇÕES  DADOS PELA RELAÇÕES PÚBLICAS DO ILê AXÊ OJÚ ONIRE (EKEDY ROSA FIGUEROA)
carinho e axé,
EGBOMY CONCEIÇÃO REIS D' O'GÚN
COORDENADORA DO INTECAB-SP
CONSELHEIRA CNPIR/SEPPIR DE 2008 A 2010

COORD. NACIONAL DE QUILOMBO URBANO DO MNU
CONTATOS:
www.intecabsp.wordpress.com
telecentrointecabsp.blogspot.com
portalafricas.com.br
PORTAL DO CANDOMBLÉ
m.cazemiro@uol.com.br
correionago@hotmail.com
tel: 3492-5801 ou 8527-4852
NO CANDOMBLÉ TEM GENTE QUE FEZ?

Convocamos todos os Irmãos a estarem conosco divulgando o Evento a realizar-se em Agosto, a saber:

PANFLETOmalesO Brasil é reconhecido pela harmonia que reina entre suas diferentes comunidades étnicas, religiosas, e culturais. Os afro-brasileiros de origem Sudanesa (pretos) convidam para o Seminário: Malês 176 anos do Levante dos Yorùbás Islamizados o objetivo do evento é contribuir para a promoção da cultura afro-brasileira, e fortalecer o Estatuto da Igualdade Étnico Racial, dando continuidade aos debates e a integração, entre as comunidades étnicas e religiosas no Brasil, de hoje, levando ao publico uma mostra da cultura do povo de origem africana. O Seminário a ser realizado, no Auditório da Câmara Municipal do Rio de Janeiro, Praça Marechal Floriano, s/n. Cinelândia o evento terá inicio às 18 horas e termino às 21 horas do dia 26 de agosto de 2011 Este evento é muito importante para os afro-descendentes, pois, comemoramos Durante o mês do Ramadan o levante ocorrido no Estado da Bahia, Brasil, que ficou mundialmente conhecido como A Revolta dos Malês realizada, em 25 de janeiro de 1835 na vigésima sétima noite do mês do Ramadan. Além disso, este seminário unira Índios, Crêoulos Malês, Umbandista, Muçulmanos, Ciganos, Católicos, e Candomblecistas, Batistas, e outros contribuindo desta forma com o Combate a Intolerância Religiosa e ao preconceito por etnia cor, procedência, origens, nacionalidade. Buscando forma para discutir e divulgar a cultura Malê, e a Tradição Sudanesa no Brasil. Para maiores esclarecimento poderão entrar em contato através do- Email: projetogruposanin@yahoo.com.br

Apoio Cultural: Sindipetro RJ, Fundação Palmares RJ, CEPPIR, IPN, Mandato do Vereador: José Everaldo, SEDASDH / Superdix, Comissão de Combate a Intuiráncia Religiosa: CCIR, Comissão de Combate as Discriminações e Preconceitos de Raça Cor e Etnia,Religião e Procedência Nacional,.Supir.Famerj

Nota: nós apoiamos: A Campanha o Petróleo tem que ser nosso.

APESARDA RACA HUMANA SER UMA SO...AS ETNIAS SAO DIFERENTES E MERECEM NOSSO APRECO E MUITO RESPEITO...!

www.icammales.org
SHEHU AT TARIK LOKUTAN

terça-feira, 9 de agosto de 2011

O negro de alma negra: Uma entrevista com Oliveira Silveira

Publicado em Sexta, 20 Novembro 2009 07:04

Acessos: 692

Entrevista inédita dada pelo poeta Oliveira Silveira a jornalista Fernanda Pompeu em junho de 2008

por Fernanda Pompeu *

Junho de 2008. Eu estava na recepção de um hotel no centro de Porto Alegre. Faltavam três minutos para as 10 da manhã. Sentia uma pequena apreensão, comum toda vez que aguardo alguém para entrevistar. No caso, seria um trabalhinho rápido. Precisa apenas de uma ou duas declarações do entrevistado para ilustrar uma matéria. Como em geral, nós brasileiros, não primamos pela pontualidade, sentei-me e abri um exemplar da Zero Hora - o mais afamado jornal gaúcho. Antes de ler a segunda manchete, olhei para o relógio (10 horas) e, automaticamente, para a porta de entrada. Então, vi surgir um dos homens mais elegantes que já vi na vida. Muito magro, vestindo um sobretudo e apoiando-se em uma bengala. Sem nenhuma senha, trocamos um olhar e sorrimos. Eu perguntei: "Oliveira Silveira?" Ele estendeu a mão para que eu a apertasse.
Minutos depois nos acomodamos em um café na esquina do hotel. Liguei o gravador, peguei caderneta e caneta. No lugar de uma declaração, meu entrevistado me deu uma aula. Começou contando que seu nome inteiro era Oliveira Ferreira da Silveira, nascido na gaúcha Rosário do Sul (384km de Porto Alegre), no ano de 1941. Acrescentou que amava as palavras antes e depois de tudo. "Sou escritor, trabalho mais com poesia. Mas também escrevo prosa, na forma de ensaios e matérias jornalísticas. Enfim sou uma pessoa da literatura", sublinhou ao mesmo tempo que fez menção à minha caneta de tinta verde. Tive certeza do seu amor à escrita, pois apenas escritores reparam na cor da tinta das canetas. Oliveira Silveira, entre outros livros, publicou Poema sobre Palmares, Banzo Saudade Negra, Pelo Escuro, Roteiro dos Tantãs, além da participação em várias antologias.
Da literatura, a conversa saltou para o drama dos Lanceiros Negros na revolta Farroupilha (1835-1845). Os lanceiros, depois de dez anos de lutas, foram dizimados em uma emboscada. Por quê? Para não serem alforriados, conforme o que havia sido combinado. "A história da contribuição dos negros ao nosso país recém-começou a ser contada, trata-se de um esforço para gerações inteiras". Oliveira continuou "no final dos anos 1960, senti curiosidade e necessidade de pesquisar o protagonismo de mulheres e homens negros no Rio Grande do Sul em particular e no Brasil em geral". Foi então que teve a ideia de reunir um grupo de interessados. Sem sede, o pequeno grupo, formado só por pessoas negras, passou a se encontrar na Rua da Praia - a mais querida rua da cidade (que na placa chama-se Rua dos Andradas). Diga-se de passagem, cantada nos versos e nas prosas dos autores gaúchos.
Oliveira seguiu: "nossas conversas giravam em torno da insatisfação com 13 de Maio, achávamos que a comemoração, além de chapa branca, homenageava uma princesa "portuguesa" e não o povo negro. Daí  percebi que era preciso encontrar uma data que fizesse justiça à luta continuada dos negros brasileiros". Foi o que fez. Atirou-se aos livros, mergulhou na importância do Quilombo dos Palmares. "É útil recordar que Palmares foi muito mais do que um quilombo, foi uma reunião de quilombos. Era tratado ora como república, ora como reino. Começou por volta de 1595 na Serra da Barriga, Alagoas. Resistiu por quase um século. Nos quilombos, viveram mulheres, homens, velhos e crianças que conseguiam escapar do terror escravista. Essa realidade desmente a bobagem de que os escravizados aceitavam sua submissão".
Durante a pesquisa, o jovem Oliveira Silveira topou com a data que precisava: 20 de novembro de 1695 - dia e ano da morte do líder Zumbi. "Do dia do nascimento dele ninguém tem registro". Zumbi é herói tão relevante para nossa história quanto o alferes Tiradentes. A primeira vez que soube da data foi num dos fascículo da série Grandes Personagens da História, da Editora Abril. Pesquisador cuidadoso, foi atrás da comprovação. "Confirmei no livro Quilombo dos Palmares de Edson Carneiro, publicado em 1947. Também o historiador português Ernesto Ennes mencionava o 20 de novembro em As guerras de Palmares, de 1938." Mais tarde, Oliveira Silveira conheceria e se tornaria amigo do historiador gaúcho Décio Freitas, autor do livro Palmares, la Guerrilla Negra, editado no Uruguai. Por empenho de Oliveira, esse trabalho viria a ser publicado, no Brasil, com o título Palmares, a Guerra dos Escravos.
Com o dia da morte de Zumbi confirmado, Oliveira Silveira partiu para a ação. Em 1971, em plenos anos de chumbo, fundou o Grupo Palmares. "Na formação inicial estavam: eu, Ilmo da Silva, Antônio Carlos Cortes, Vilmar Nunes, Anita Leocádia Prestes Abdad e Nara Helena Medeiros Soares. Mais adiante, entraram Helena Victória dos Santos Machado e Marisa de Souza da Silva, grandes intelectuais." Com o grupo estruturado, decolaram para a longa viagem de publicitação da data. "Nossa estratégia foi organizar debates em torno de personalidades negras. A primeira delas foi o escritor, jornalista e historiador Luís Gama (1830-1882), seguido do abolicionista José do Patrocínio (1853-1905)", ele recorda e acrecenta que poucas pessoas compareceram a essas discussões. A época não ajudava, estávamos no auge da repressão política. Também havia o estranhamento com um grupo de negros promovendo alta cultura.
20 de novembro de 1971, no Clube Náutico Marcílio Dias - um dos tantos clubes frequentados por negros em Porto Alegre -  foi realizada uma homenagem a Zumbi dos Palmares com inteção e inflexão de exaltação da negritude (palavra ainda não popularizada). "Compareceram umas vinte pessoas, mas todas da maior qualidade." Oliveira sorri ao recordar o que hoje é uma anedota saborosa. "Saiu na imprensa que Zumbi seria homenageado por negros do teatro. O pessoal da censura exigiu que mostrássemos a eles a programação. No final, o evento ocorreu com tranquilidade." O que a ditadura e a maior da população não imaginavam era que aquela reunião de gatos pingados negros e, entre eles, um ou dois brancos, seria a inuguração de uma data evocativa e de luta, nascidinha para fazer história. E que história! "Não o chamávamos ainda de Dia Nacional da Consciência Negra", continuou Oliveira. "O feliz nome seria dado, sete anos depois, numa assembleia do Movimento Negro Unificado contra a Discriminação Racial (MNUCRD), pelo ativista Paulo Roberto dos Santos."
Nos anos que se seguiram, o desmanche do mito da democracia racial brasileira ganhou impulso. Mulheres e homens negros começaram a sair dos porões da história e assumir seus lugares nas salas de vistas. Populações de origem quilombola foram localizadas e valorizadas, organizações de mulheres negras levantaram a voz. Foram criados a Secretaria de Promoção da Igualdade Racial (Seppir) e o Conselho Nacional de Promoção da Igualdade Racial, do qual Oliveira Silveira foi integrante por notório saber. "Há muitas conquistas a serem celebradas pelo povo negro e brasileiro, por exemplo, as cotas. Mas um enorme trabalho precisa continuar sendo feito a favor da população negra, diz Oliveira.
Pedimos a conta à dona do café. Desligo o gravador, não por que o poeta, escritor e ativista tenha dito tudo o que queria, mas  por culpa do relógio marcando o meio-dia. Meu voo para São Paulo seria duas horas depois. No avião, burlando a monotonia das nuvens, vim pensando que havia vivido um grande pivilégio - desses que, às vezes, a vida presenteia. Oliveira Silveira tinha conversado comigo. Proseado detalhes que futuramente estarão na memória da história do Brasil. Em primeiro de janeiro de 2009, ouvi pelo rádio que o inventor do 20 de Novembro havia morrido. O que é uma meia verdade.
* Fernanda Pompeu é escritora e companheira de viagem do Geledés. Mantém o blog Capim Letrado:

Câmara homenageia professora Enir Rocha com o título de Cidadã Benemérita

9/08/2011 por Da Redação

Professora Enir enfrentou o racismo e foi impedida por décadas de entrar no prédio onde foi homenageada

Por Chico de Assis

Uma mistura de emoção e alegria marcou a Sessão Solene da Câmara Municipal de Araraquara em homenagem à professora de música Enir Saturnino Rocha, neste sábado, 06, no Palacete da Esplanada das Rosas. Conceder o Título de Cidadã Benemérita à primeira mulher Regente da Orquestra Municipal de Araraquara foi o objetivo da proposta de autoria do vereador Edio Lopes (PT).

O evento reuniu familiares, ex-alunos, professores companheiros ao longo da jornada, músicos e o Coral Araraquarense Professor Lysanias de Oliveira Campos, onde participou como cantora lírica e conheceu seu marido e pai de seus dois filhos, Isaias Arsênio da Silva, que era cantor barítono.

Seu pai, Eduardo Saturnino Rocha, era professor de música de vários instrumentos de corda e sopro, além de desenhista e marceneiro da Estrada de Ferro Araraquara. Ensinou música aos quatro filhos. Isaias tocou no cinema mudo regido pelo maestro José Tescari. Construiu instrumentos musicais, inclusive um violino, hoje exposto no Museu de Araraquara, com som similar ao Stradivarius, atestado por Tescari.

Formada em piano no Conservatório Dramático e Musical de Araraquara, Enir Saturnino Rocha enfrenta em São Carlos o primeiro caso de racismo ao tentar fazer o curso de Professora Normalista em um colégio da cidade. Foi impedida por ser negra. Resolve então ir para São Paulo, onde ingressou no Conservatório Orfeônico e lecionou música e canto.

Na capital conhece a professora alemã de canto lírico Lilly Wolf, que se encanta com sua extensão vocal. Enir passa por aulas particulares de canto, além de italiano e inglês, por conta das partituras das obras líricas. Esta professora alemã é responsável pelo primeiro recital de Canto Lírico de uma jovem negra em Araraquara no antigo Teatro Municipal.

Professora Enir abriu mão de uma carreira internacional como cantora lírica, e retornou para Araraquara. Fez parte do coro da Igreja de Santa Cruz e do coral Lysanias de Oliveira Campos. Lecionou música em escolas de Araraquara, Novo Horizonte, Tabatinga e Nova Europa. Tem formação universitária em Educação Artística na Unaerp.

Enir Saturnino Rocha foi pioneira ao introduzir instrumentos musicais nas aulas. A flauta doce era a sensação dos alunos da escola Antônio Lourenço Corrêa. E foi assim nas demais escolas por onde passou, sempre formando um coral ou um grupo de instrumentos musicais. Seus recitais atraiam bom público. Seu timbre de voz era raríssimo para a época, uma Contralto considerada Meso-Soprano.

Chegou a ser Regente da Orquestra Municipal de Araraquara, aliás, a primeira mulher negra a conduzir a orquestra, que ensaiava no antigo Teatro Municipal. E mesmo assim, regente da orquestra da cidade, professora de pessoas que seguiram as mais diversas carreiras em suas vidas, mulher com formação universitária, convidada para ter carreira como cantora lírica no exterior, Enir sofreu com a discriminação racial, sendo impedida até de entrar no Palacete da Esplanada das Rosas, o que conseguiu somente aos 90 anos, no dia da Sessão Solene da Câmara Municipal em sua homenagem.

As falas das pessoas giraram sempre em torno da carreira de professora e orientadora, da capacidade musical e também do enfrentamento das barreiras, carregadas de preconceito, colocadas pela sociedade. Além do vereador Edio Lopes, autor da indicação da homenagem, também se manifestaram a bailarina Renata Crespi, aluna de Enir; Delorges Mano, também aluno, que representou o prefeito Marcelo Barbieri no ato; Ebomi Conceição Reis, coordenadora nacional do Instituto Nacional da Tradição e Cultura Afro-Brasileira (Intecab); a socióloga e professora Inayá Bittencourt e Silva, companheira de profissão e autora do livro Racismo Silencioso na Escola Pública; a maestrina Erlene Jensen Dokedal, regente do Coral Araraquarense Professor Lysanias de Oliveira Campos e madrinha de casamento de Enir; e a vereadora Márcia Lia, que presidiu a Sessão Solene. O assessor Benedito dos Santos representou o Deputado Federal Dimas Ramalho.

Fonte  Câmara Municipal de Araraquara

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segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Não pecar o Jô no dia 5 de agosto

Mutá Imê do Meiá, Taata de Nkisi (Sacerdote Mor) da Casa dos Olhos do Tempo que Fala da Nação Angolão-Paquetan, é uma das personalidades que será entrevistada pelo Jô Soares no Programa do Gordo na noite da “

Marcio Alexandre M. Gualberto

Não pecar o Jô no dia 5 de agosto

por Marcio Alexandre M. Gualberto, quinta, 4 de agosto de 2011 às 07:33

Caríssim@s irm@s de Alma e Amig@s,

Mutá Imê do Meiá, Taata de Nkisi (Sacerdote Mor) da Casa dos Olhos do Tempo que Fala da Nação Angolão-Paquetan, é uma das personalidades que será entrevistada pelo Jô Soares no Programa do Gordo na noite da “Sexta-feira 05 de agosto de 2011”.

Essa é uma rara ocasião de poder ouvir e ver um “bakulo” (ancião da nação angolera) de tamanha sabedoria, contando para nós parte da história dessa Nação Bakongo (Bantu-Kongo). Mulheres e homens oriundos da região ocidental africana, hoje dividida nos países de Angola e Congo, que aportaram na Bahia em 1567, trazidos para terras brasileiras em situação de escravidão faz quase 500 anos, a bordo do navio Angolão-Paquetan, quando este fez sua primeira viagem desde um porto da Mãe África até a Bahia de Todos os Santos. Foram eles e elas que construíram a bela Igreja do Rosário dos Pretos, entre muitas outras coisas, por exemplo... e por aí vai desenrolando a meada da sua... da nossa história...

Aproveitem! de conhecer uma parte da história do legado do povo Banto-Kongo na construção da identidade brasileira, de sua própria identidade, minhas amigas e meus amigos.

Beijos nos seus corações e um abraço assiiiiiiiiiiiim de grande,

Kena

-- 

Maria Eugenia Urrestarazu Silva

sábado, 6 de agosto de 2011

A CASA TRADICIONAL ASSOBECATY PROTAGONIZA EM GESTAR 8 PROJETOS DO TERRITÓRIO DA PAZ

 

100_1086A casa tradicional Assobecaty- Associação Beneficente Cultural Africana Templo de Yemanjá, que está sob o comando de Mãe Carmen de Oxalá, no ano em que completa 77 anos de existência e 23 de personalidade juridica, no dia ( 30 ),  aconteceu no salão  dedicado as práticas religiosas da umbanda,  reunião de integração dos  filhos e parceiros do terreiro que irão trabalhar os projetos dentro do território da Paz.  No mês de julho a entidade é assinalada pela necessidade da realização de rituais de data  passagem para o orum  a grande Yalorixá Mãe Quina de Yemanjá que fundou a terreira, são (11) longos anos, que Mãe Carmen vem administrando, na condição de herdeira  do ilê, com um resgate eficiente  através de estratégia de visibilidade que possibilita o reconhecimento de sua trajetória como  simbolo de resistência do brio de mulheres negras.

 A primeira  reunião de uma série de muitas,  com os contemplados é o resultado do edital da primeira edição da iniciativa conjunta entre o Ministério da Cultura, por meio do 100_1081Programa Mais Cultura e da Justiça através do Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci) e tem como objetivo dar oportunidade às diversas camadas da população brasileira de acesso à produção, ao reconhecimento e ao consumo de bens culturais. Promovendo a autoestima, o sentimento de pertencimento, a cidadania, o protagonismo social e a diversidade cultural. Também  visa aumentar o dinamismo econômico de comunidades e municípios por meio de concessão de apoio financeiro a pequenos projetos de artistas, grupos independentes e produtores culturais.

 

A diretoria da entidade tem o entendimento do compromisso de estar partilhando com todos  esta experiência bem sucedida, no sentido de contagiar, encorajar, motivar para que outros e outras possam estar se organizando e articulando, isto é se preparando internamente para poderem  acessar todos os editais possíveis.  É a primeira vez, desde a fundação que ASSOBECATY,  conseguiu aprovar de uma vez só vez um número expressivo de projetos. Neste momento , nesta data o Ilê  se tornou então a sede dessa bela história de  maturidade, comprometimento e protagonismo  desta comunidade tradicional de terreiros  do sul do país.

II Jornada de Estudos de Gênero da UERJ

O Núcleo de Estudos de Desigualdades e Relações de Gênero (NUDERG) promove a II Jornada de Estudos de Gênero da UERJ. O evento acontecerá nos dias 18 e 19 de agosto e contará com mesas de debates e apresentação de trabalhos de graduação e pós-graduação ligados à temática de gênero.
O programa completo do evento pode ser acessado em http://nuderg.blogspot.com/

Data: 18 e 19 de agosto
Horário: A partir de 9h
Local: Auditório da Pós-Graduação do Institutode Filosofia e Ciências Humanas/UERJ- 9º. Andar- sala 9043 - Bloco F.

IMS/UERJ - R. São Francisco Xavier, 524, 6º Andar, BL E-20550-013-Rio de Janeiro-RJ-Brasil-Tel:(21)2568-0599