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segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

O Movimento Popular de Saúde – MOPS RS,

 

Convida os (as) participantes do Fórum Social Temático, que ocorrerá em Porto Alegre de 24 a 29/01, a compartilharem saberes  na Oficina  proposta pelo MOPS RS com apoio das Comunidades Tradicionais de Terreiro,  ASSOCIAÇÃO CLARA NUNES, GRUPO PAPO KABEÇA, ASSOBECATY e MOCAMBO.

Oficina:  juventude x  terreiros: enfrentamento às  Drogas.

Esta Oficina Temática  visa promover a discussão sobre o papel dos terreiros no enfrentamento às drogas na juventude. Objetivamos construir um trabalho de inclusão social para o povo de terreiro, levantando as questões drogas,DSTs,HIV/AIDS. Este desafio busca alternativas e ferramentas que os terreiros poderão construir no eixo: Terreiro e Controle Social,  Educação, Saúde, Segurança, Cultura e Direitos Humanos. Será construído um documento com propostas de ações desta oficina socializado e compartilhada nas redes.

Público: Povos e Comunidades Tradicionais, Terreiros,Comunidades Remanescentes Quilombolas, Estudantes, Professores e Educadores Populares,  Militantes do Movimento Social, Militantes do Movimento Negro, Trabalhadores da Saúde, Profissionais da Segurança Pública, Público em Geral.

QUANDO:

Dia 25.01.2012 - (quarta-feira) - 14h

Local: SALA 07

LARGO ZUMBI DOS PALMARES –

QUILOMBO OLIVEIRA SILVEIRA

TRAV DO CARMO – Bairro Cidade Baixa- Porto Alegre

Informações: 51-33521876/98839082(com Baba Xandeco)

EMAIL: xandecoxango@yahoo.com.br

domingo, 22 de janeiro de 2012

QUILOMBO OLIVEIRA SILVEIRA

 

Largo Zumbi dos Palmares – Fórum Social Temático 2012.

GRADE DAS OFICINAS PROPOSTAS.

Abertura Oficial do Espaço Quilombo Oliveira Silveira, no Largo Zumbi dos Palmares:

Dia 25 de janeiro, às 17h30min abertura oficial do Quilombo Oliveira Silveira – Presença de lideranças nacionais, estaduais e internacionais.

Responsável pelo espaço: GT Movimento Negro Quilombo Oliveira Silveira.

Direção Executiva:

UNEGRO – União de Negros Pela Igualdade.

MNU – Movimento Negro Unificado.

GAAA – Grupo de Ações Afirmativas Afrodescendente.

DIA

SALA

TURNO

HORÁRIO

NOME DA OFICINA

RESPONSÁVEL

25/JAN Quarta-feira

01

Manhã

09 horas

Direito a Ter Direitos: Qual a perspectiva da Cidadania Sobre as Pessoas que Vivem nas Ruas.

Reinaldo Santos – Fórum para Pessoas em Situação de Rua (FPPPSR)

02

Manhã

09 horas

A construção da Semana de Consciência Negra.

Marcio Luis Rosa de Oliveira – Quilombo Central.

03

Manhã

09 horas

10 Anos de Luta e Resistência da Rede Quilombos do Sul.

Consuelo Gonçalves – MNU Rede Quilombos do Sul.

04

Manhã

09 horas

A presença e a Realidade da População Negra na Amazônia.

Lilian Carolina de Araújo Santana.

05

Manhã

09 horas

Rio + 20 e o Racismo Ambiental.

Clovis Andre Silva da Silva – Gabinete do Povo Negro de Porto Alegre.

06

Manhã

09 horas

Economia de Alimentos e Sustentabilidade.

Paula Soares – Circulo de Cultura Tambores de Angola.

07

Manhã

09 horas

Cara o Fórum dos Fóruns: galiza 2012.

Soraya Sough – Rede Mundial Direitos Colectivos dos Povos.

01

Tarde

14 horas

Capoeira

Sergio Luis Lima Gubes

02

Tarde

14 horas

Exposição ViDHas: Lutas e conquistas dos Negros Pelos Direitos Humanos.

Giselle Perna – CARRIS

03

Tarde

14 horas

Terra e Moradia na Produção de Saúde Integral.

Isabel Cristina Genelicio – FACQRS

04

Tarde

14 horas

Projeto Bonecas Negras – Lúdico, Literatura e Manifestações Culturais Afrobrasileira.

Franquilina Maria Correia Marques Cardoso – Grupo Multiétinico de Empreendedores Sociais.

05

Tarde

14 horas

Saúde da População Negra e Responsabilidade Social.

Renata Rodrigues Lopes – CEPIR/GHC.

06

Tarde

14 horas

A Supervisão no Olhar da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – Lei 9.394/96.

Yolanda Pereira Morel – Associação dos Supervisores de Educação do RS.

07

Tarde

14 horas

Juventude x Terreiros: Enfrente as Drogas.

Babá Xandeco de Xangô – Movimento Popular de Saúde – MOPS.

26/JAN Quinta-feira

01

Manhã

09 horas

A Crise Capitalista, o Movimento Negro e o Combate ao Racismo Ambiental.

Roque Peixoto – CONEN

02

Manhã

09 horas

O Grupo Hospitalar Conceição e Comunidade Integradas na Gestão Resíduos em Saúde – Aderindo à Política Nacional de Resíduos Sólidos Rumo a Cúpula.

Marco Antonio dos Santos – GHC.

03

Manhã

09 horas

04

Manhã

09 horas

A Contribuição dos Povos no Processo da Rio + 20.

Soraya Sough – Rede Mundial de Direitos Colectivos dos Povos.

05

Manhã

09 horas

Seminário Internacional de Reparações Rumo a Conferência Internacional.

Ana Honorato e Silvia Regina– MNU

06

Manhã

09 horas

Teatro de Bonecos

Nelson Hass e Bete Bado.

07

Manhã

01

Tarde

14 horas

A Justiça Social na Segurança Alimentar e Nutricional em Meio a Crise Ambiental.

Iyá Vera Soares – Conselho Nacional de Iyalórixas e Eked’s Negras e FORMA/RS.

02

Tarde

14 horas

Juventude e Povo de Terreiro.

Juliana Goulart Nogueira – MONABANTU.

03

Tarde

14 horas

Rio + 20 e o Racismo Ambiental.

Sergio Luis de Oliveira Nunes. Gabinete do Povo Negro de Porto Alegre.

04

Tarde

14 horas

Rodada de Dialogo: Questões Estruturantes da Educação – Enfrentamento ao Sexismo, Racismo, Lesbo/Homo/Transfobia, Direitos Humanos.

Fabiane Pavani – UNEGRO/UBM – Porto Alegre.

05

Tarde

14 horas

Seminário Internacional de Reparações Rumo a Conferência Internacional.

Ana Honorato e Silvia Regina - MNU

06

Tarde

14 horas

Justiça Social e População Negra.

Angela Rosa da Silva – Comitê de Promoção de Igualdade Racial – CONCOR Coletivo de Negros Empregados dos Correios.

07

Tarde

14 horas

Oficina de Percussão e Ritmos Tradicionais e Contemporâneos da África.

Natália Giacomello – Idòwú Akínrúlí.

27/JAN Sexta-feira

01

Manhã

09 horas

02

Manhã

09 horas

Programa Ajeum Bó – Vamos Comer.

Isabel Cristina Domingos da Rosa e Carmen Lucia Andrades Souza – Comunidade de Terreiro Ilê Asè Iyemonja Omi Olodo.

03

Manhã

09 horas

Discriminação no Mercado de Trabalho, com foco em raça, gênero e pessoa com deficiência

Cleonice Caetano Souza - Instituto Sindical Interamericano Pela Igualdade Racial - INSPIR e Sindicato dos Comerciários de São Paulo.

04

Manhã

09 horas

Possibilidade de Aplicação da Lei 10.639/03.

Jaqueline Vilas Boas Talga – Esc. Est. Prof. Inacio Castilhos – Uberlândia/MG.

05

Manhã

09 horas

Negros e Negras Compartilhando o Poder.

Carlos Geovani Machado – UNEGRO/Gravataí.

06

Manhã

09 horas

Anemia Falciforme, Lei 10.639/03 e Influencia nas Políticas Públicas.

Evaristo Santos Pinto – Associação de Anemia Falciforme do Estado de São Paulo.

07

Manhã

09h30miin

Lei 10.639/03 – Implicação e Práticas Pedagógicas.

José Antonio dos Santos da Silva – Fórum Permanente de Educação e Diversidade Etnicorracial do RS.

01

Tarde

14 horas

CODENE-RS e as Políticas Públicas.

José Antonio dos Santos da Silva – CODENE.

02

Tarde

14 horas

História do Samba.

Lanna Campos – Axé Arte e Cidadania.

03

Tarde

14 horas

Terra, Segurança Alimentar e o Envolvimento com a Economia Solidária.

Edson Augusto Nogueira – MONABANTU.

04

Tarde

14 horas

As Políticas Afirmativas como Enfrentamento do Racismo no Ambiente Acadêmico e Escolar.

Mariana Gonçalves da Silva – Fórum de Ações Afirmativas da UFRGS.

05

Tarde

14 horas

Samba e Carnaval x Produção de Trabalho e Renda.

Mario Augusto Pereira Terra – Cia. Brazil Extrangeiro.

06

Tarde

14 horas

A Perspectiva da População Negra no Mundo do Trabalho.

Angelica Nascimento – Secretaria da Igualdade CUT/RS.

07

Tarde

14 horas

Rio + 20 e o Racismo Ambiental.

Tania Regina Neves de Paula – Gab. do Povo Negro de Porto Alegre.

28/JAN Sábado-feira

01

Manhã

09 horas

Exposição Dialogada.

Vanessa Santos da Paixão – Simples Rap’ortagem.

02

Manhã

09 horas

Balanço e Perspectiva de Fortalecimento da Luta Quilombola no Brasil.

Consuelo Gonçalves – MNU/Frente Nacional em Defesa dos Territórios Quilombolas.

03

Manhã

09 horas

Documentário Sobre Comunidades Quilombolas do Estado de São Paulo.

Nelson Morale Junior – Associação dos Remanescentes do Quilombo Do Carmo.

04

Manhã

09 horas

Caravana Cultural Ambiental.

Antonio Carlos Souza Severo – Arte Brasil Produtora.

05

Manhã

09 horas

Clubes Sociais Negros, Redutos de Manutenção da Cultura Afrodescendente.

Luis Carlos de Oliveira – Coletivo de Clubes Negros.

06

Manhã

09 horas

Rede das Culturas Populares.

Marcelo Simon Manzatti – Fórum Permanente para as Culturas Populares.

07

Manhã

09 horas

O Movimento Negro Rumo à Cúpula dos Povos na Rio + 20.

Roque Peixoto – CONEN.

01

Tarde

14 horas

Batalha de Zumbi.

Jorge Cristiano de Oliveira – hip-hop Educadores Culturais da Restinga.

02

Tarde

14 horas

Museu Comunitario Umbu – Roda de Memória – Troca de Saberes com Protagonismo.

João Carlos Agostinho Prudêncio – ONG Movimentação.

03

Tarde

14 horas

Sikassambe – Praticas Tradicionais Africanas e Saúde.

Regina Barros Goulart Nogueira – MONABANTU e MOPS.

04

Tarde

14 horas

Democracia Participativa.

Rodrigo Kandrik – CAR Centro.

05

Tarde

14 horas

Oficina de Pandeiros.

Candido Castro.

06

Tarde

14 horas

Fórum Permanente para as Culturas Populares.

Marcelo Simon Manzatti – Fórum Permanente para as Culturas Populares.

07

Tarde

14 horas

Capoeira Cativa.

Sergio Luis Lima Gubes.

ATIVIDADES DO MOVIMENTO SOCIAL NEGRO REALIZADAS FORA DO ESPAÇO DO QUILOMBO OLIVEIRA SILVEIRA:

DIA

TURNO

HORÁRIO

NOME DA OFICINA

LOCAL

RESPONSÁVEL

26 Quinta-feira

Tarde

14 horas

Valores Civilizatórios Afrobrasileiros: em busca da cidadania plena.

Av. Loureiro da Silva, nº 1503 – em frente ao Largo Zumbi dos Palmares.

Elaine Rodrigues – MOCAMBO/RS.

26 E 27 Quinta e Sexta-feira

Manhã e Tarde

Saúde da População Negra e a Participação Popular para o Fortalecimento do SUS. “Justiça, Igualdade, Dignidade Humana e Saúde.”

Auditório do Ministério da Saúde, Av. Borges de Medeiros, nº 536 - 12º andar – Centro.

Stênio Dias Pinto – Secretaria de Combate ao Racismo da CUT/RS; Comissão de Etnias do Conselho Estadual de Saúde do RS; Grupo Hospitalar Conceição; MS-DENASUS e Departamento de Ações em Saúde – DAS/SES-RS.

GRADE CULTURAL DO QUILOMBO OLIVEIRA SILVEIRA.

A grade de programação será concluída após a confirmação dos grupos.

Horario

24/01 – T

25/01 - Q

26/01 - Q

27/01 - S

28/01 - S

29/01 - D

19h

Grupo de teatro

AFROCENA

Caixa Preta

Coral do CECUNE

Hip hop

Restinga

A TARDE

19h30m

PARTIDO DE 1º

MARCELO AMARO RJ

PAGODÃO

20h

PONTO Z

MARACATU TRUVÃO

LUCIANO JUDA

PURO SAMBA

20h30m

BRANCA

BRASIL ESTRANGEIRO

KOIAHDE

E

RAIZES DA AFRICA

21h

NEGRA FACE TURUCUTA

ACRER

21h30m

NEGRAS EM CANTO  TRIBUNAL POPULAR SP

Obs: toda a programação terá a participação do VJ Augusto

Contatos:

e-mail: gtmovnegro2012@gmail.com

Mãe Carmen de Oxalá através da Rede Cultura na Rua leva o Papai Noel na Vila da Abença

 

Até quem não acredita em Papai Noel, foi surprendido com  ele transitando pelas  ruas do bairro Jardim Santa Rita e Cohab, na manhã de sabado (24)  de dezembro de 2011.

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Antes de sair para vila da Abença , foi feito o teste de popularidade da figura do bom  velhinho.

 

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Durante o percurso houve uma constatação dupla,  ou o Papai Noel  madrugou, ou o frio fez com que as pessoas levantassem mais tarde.Mesmo assim o velhinho animou  as poucas pessoas que estavam andando pelas ruas, principalmente o público adulto.

 

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Por onde ia passando ele ia despertando o aceno dos adultos.

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Essa  rua é a linha que divide o bairro cohab e a vila da Abença.

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Nesse momento , Papai Noel acompanhado a  sua direita Prof. Zélia e esquerda Mãe Carmen de Oxalá,  começam a  fazer barulho na entrada da vila,  demarcando a largada para o evento  que durou das 9h às 12h.

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Temperatura em torno de 17 graus, manhã fria  na vespara de natal, mas o toque do sino e os cânticos das musicas natalinas, coordenados pela Prof. Zélia e acompanhado pelos  demais ,rompem o silêncio  matinal da vila da Abença

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Cantando e dançando eles invadem a vila , já  é suficeinte para começar aparecer as primeiras crianças que foram acordadas por esse barulhão,  despertando a curiosidade e o interesse das  crianças que moram no inicio da vila.

 

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Gente!  Vem uns atrás dos outros !

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Até aqui , eles estavam acreditando que iriam  causar surpresa nas crianças. Ao dobrar  para o espaço principal da vila.

 

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Os membros da rede, foram  surpreendidos pelo nível de organização  das crianças, estavam em fila indiana. estavam reunidos em torno de  80 crianças, algumas demosnstravam sentir  frio. Foi nesse  momento  que a Rede  inicia uma série de brincadeiras, com intuito de aquecer e alegrar a criançada. 

 

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A participação foi de total franquia, algumas  apresentaram sugestão de  outros cantos.

 

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Alguns membros da Assobecaty, disponíveis e dispostos a viver a experiência de levar o Papai Noel em comunidade  da vila , através da Rede Cultura na Rua, foram brincar, cantar e a figura do Papai Noel   distribuíndo brinquedos encantou  as crianças da Vila Abença.

Foi realizado no sábado (24 ) , a primeira das duas ações  concretas que constavam no calendário da Assobecaty,  neste período natalino, a distribuição dos brinquedos foi uma arrecadação  de alguns  membros do Grupo e com apoio de outros amigos que contribuíram para o sucesso desta ação que deixou felizes as crianças e seus familiares.

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Papai Noel esteve presente na ação concreta da Rede Cultura na Rua, fez a alegria da criançada com a distribuição dos presentes e muitas  poses para as fotos.“Foi maravilhoso ver a alegria das crianças ao receber os presentes. Isso mostra o quanto ajuda uma simples ação como esta, pois sabemos que para as crianças, que recebem a  visita  e presentes do Papai Noel, faz a difrença” Essas são as palavras de Mãe Carmen de Oxalá, presidente e Yalorixá da entidade.

Participaram desta ação Prof. Gringo da capoeira e sua esposa Tânia, Prof Zélia Lima ,  Vice Presidente da Assobecaty- Cleomar da Rosa, a jovem reporter do Projeto Mida Na Rua, Greice Ellen de Oliveira, na gastronomia a rede pode contar com o apoio do carro do Paulinho ,  que serviu como um trailer para  Lisi,  distribuir os deliciosos  Cachorros quente e suco. Quem agradece o apoio é a presidente da Assobecaty.

sábado, 21 de janeiro de 2012

Mãe Carmen de Oxalá diz: Efetuaremos atualizações diárias em nossos espaços virtuais

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É prazeroso ser cobrada  pela falta de  postagem nos  humildes espaços virtuais, principalmente  de pessoas de elevado nível  religioso, entre outros tantos do mesmo nível, intelectual e político. Essa distância é realmente motivo de força maior, por conta de novas exigências profissionais que cresceram nos  últimos três meses.
Tenho de admitir que houve  falha, sim, mas não de minha vontade, mas pela falta de tempo, o dia continua tendo 24 horas, agente  acumula tarefas,  que para darmos conta seriam necessários que um  dia tivesse 48 horas.
Muitos sabem que participo do Facebook, e de lá, as visitas aos meus blogs são estrondosamente superiores à qualquer outra rede agregadora. No facebook, temos dois perfil um com 5 mil amigos , o segundo   agrega os excessos  do primeiro, onde recebo comentários,   mensagens particulares com pedidos de respostas, que aumentou o fluxo com as mensagens de natal e ano novo.  Tenho tido o carinho de ler, responder  individualmente,  tentando interagir de maneira mais eficiente com quem nos acompanha.
Na data de hoje, voltamos  com as postagens em todos os Blogs: As atualizações serão  diariamente, nesse primeiro momento estaremos  intercalando as postagens de dezembro com as  atuais. Sempre  abordando  assuntos de interesse  do público que acompanham os nossos 38 blogs temáticos A Revista Online Conexão Afro e o Jornal  Conexão Afro.
Axé do Pai Oxalá 2012. Mãe Carmen de Oxalá 
 
 
 

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

CCIR lança “Caminhando a gente se entende”: livro com imagens pela liberdade religiosa

capa

 

A Comissão de Combate à Intolerância Religiosa (CCIR) lançará, em 23 de janeiro, a partir das 18h , no Palácio Gustavo Capanema, o “Caminhando a gente se entende”, livro de fotografias que reúne imagens das quatro Caminhadas em Defesa da Liberdade Religiosa, realizadas sempre aos terceiros domingos de setembro, na Avenida Atlântica, em Copacabana. O evento faz parte das comemorações pelo Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa (21 de janeiro) e, além de contar com a presença de todos os segmentos que compõem a CCIR, pretende, mais uma vez, expor ao mundo a possibilidade de boa convivência entre fiéis com crenças distintas. O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo; a chefe da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, Luiza Bairros; a ministra da Secretaria de Direitos Humanos, Maria do Rosário Nunes, entre outras autoridades são aguardadas no evento.

O interlocutor da CCIR, babalawo Ivanir dos Santos, ressalta que o livro é mais um grande esforço do grupo para mostrar a importância e necessidade de respeito ao Estado laico. “A Comissão tem alcançado muitas vitórias. Este livro é uma delas. Ao olhar a obra, percebe-se como o movimento cresceu e a seriedade da Caminhada para todos, inclusive os que não têm fé, pois é um direito deles”, conta o interlocutor, que faz um breve resumo sobre o “Caminhando a gente se entende”. “É um livro com fotos das quatro caminhadas que realizamos até hoje. Nele, cada segmento - além dos parceiros como Polícia Civil, Tribunal de Justiça e Ministério Público - expõe a importância do movimento. É para que nunca se esqueçam de onde toda a história veio e como se deu o crescimento da Comissão”.

O presidente da Fundação Cultural Palmares, Eloi Ferreira de Araújo, compartilha da opinião. “É o registro democrático e soberano de manifestação da sociedade carioca e fluminense em defesa da liberdade religiosa e, desta forma, confirmar a laicidade do Estado brasileiro”, disse.

Mas a intenção do grupo também é de ampliar a adesão e, segundo a fundadora da CCIR, Fátima Damas, uma forma de mostrar todo o esforço dos membros desde a fundação. “Além de ser um lançamento importante, também é uma satisfação que estamos dando à sociedade. Não é somente a Caminhada, não é somente a reunião semanal. O livro vem como uma extensão do nosso trabalho. Com ele, queremos alcançar mais pessoas e pedir respeito a todas as religiões. Estou muito feliz porque esse livro é a coroação de todo nosso esforço nesses quatro anos”, declara.

A obra tem imagens de fotógrafos que trabalham com a Comissão desde a primeira marcha. Vantoen P. Jr., Ierê Ferreira, Marco Conceição, Daniel Pinheiro, Henrique Esteves, Alessandro Buzas, Carlos Júnior, Fellippo Brando e Vítor Tristão são os profissionais que dispuseram imagens para a confecção do livro.

SERVIÇO:

Palácio Gustavo Capanema

Rua da Imprensa, 16 – Centro-RJ

Horário: 18h 

--

Ricardo Rubim

Coordenador de Comunicação

CEAP - Centro de Articulação de Populações Marginalizadas/Comissão de Combate à Intolerância Religiosa

55 (21) 2232 7077 / 9290-5933 / 7846-0412 / ID:83*75425

www.portalceap.org.br/ www.eutenhofe.org.br

Associação Mocambos Convida para a Oficina : Valores Civilizatórios Afrobrasileiros: em busca da cidadania plenatítulo da postagem

A Associação Mocambo realiza a Oficina Valores Civilizatórios Afrobrasileiros: em busca da cidadania plena durante o Fórum Social Mundial/2012 traz o projeto “A Cor da Cultura” como protagonista do debate acerca da aplicação da Lei 10.639/2003, que trata da obrigatoriedade da inclusão da História da África e da Cultura Afrobrasileira no currículo escolar da rede escolar público e privado do ensino fundamental e médio, construindo uma relação direta com a territorialização e o pertencimento do povo negro aos seus espaços de resistência sócio cultural na sociedade brasileira.

A Cor da Cultura é um projeto social de valorização do patrimônio cultural afrobrasileiro e de reconhecimento da história e da contribuição da população negra à sociedade brasileira. O projeto deseja ser uma contribuição efetiva para a aplicação da Lei 10.639/2003, aspirando também lançar bases para a sustentabilidade e autonomia na utilização dos materiais e metodologias para o fortalecimento das redes de educadores e de multiplicadores.

A MOCAMBO é um projeto social em defesa da cultura afrodescendente e de seu pertencimento na história brasileira. A Associação de Moradores e Amigos da Cidade Baixa _ MOCAMBO, carrega em sua história referências que comprovam seu compromisso: seja na criação do CRAB (Centro de Referência Afrobrasileira); em integrar a primeira Griôta reconhecida pela cidade de Porto Alegre Professora Elaine Rodrigues ou ao protagonizar a consolidação do Museu do Percurso do Negro em Porto Alegre, entre outras conquistas de referência estrutural e de marcação territorial da cultura negra.

O evento Valores Civilizatórios Afrobrasileiros: em busca da cidadania plena, propõem debater os conceitos e africanidades brasileiras. A Mocambo entende que a participação ativa da sociedade civil, antiracista e pela promoção da igualdade racial deverá ser efetiva, portanto a necessidade de capacitar e proporcionar a territorialização dessa referência, o seu pertencimento em forma de estrutura real.

O tema nos remete a buscar uma análise-avaliação das políticas públicas de ações afirmativas em desenvolvimento, bem como a inserção das organizações afins, nessas políticas. Propomos uma redefinição de agenda, focando na estruturação dos espaços afro-culturais urbanos, nos terreiros, no pertencimento ao território negro.

Pretendemos realizar no Espaço Comunitário-Cultural Mocambo, na Avenida Loureiro da Silva, 1530, em frente ao Largo Zumbi dos Palmares, em Porto Alegre, através da roda de conversação e debate a partir dos valores civilizatórios afrobrasileiros_ circularidade, energia vital (axé), corporeidade, musicalidade, ludicidade, coletividade/ comunitarismo, oralidade, memória, religiosidade e ancestralidade.

1. Circularidade,Coletividade,comunitarismo _ o começo e o fim se imbricam, as hierarquias mudam, circulam; a energia transita num circulo de poder e saber que não se fecha nem se cristaliza, mas gira, circula, transfere-se, coopera.

2. Energia Vital, Axé, Religiosidade_ a revelação da circularidade da vida. Todos os elementos se relacionam entre si e sofrem influência uns dos outros. Tudo é sagrado, é divino. Todos os elementos da natureza, todos os seres. Os orixás são homens e mulheres jovens e idosos, crianças, alegres, guerreiros, dengosas, brigonas, doentes, com deficiência, homossexuais, bissexuais. Diversos e plurais.

3. Oralidade, Memória, Ancestralidade_ a fala, a palavra dita ou silenciada, ouvida ou pronunciada, tem poder. A transmissão oral da memória do Povo Negro. A lembrança descortinada, desenterrada. O passado, a sabedoria, os olhos das mais velhas (os), de quem traz no legado, de quem foi e é testemunha da história. A dimensão ancestral carrega o mistério da vida, da transcendência.

O evento será um espaço de atividades interativas permanente durante o período de realização do FSM/2012, no espaço Mocambo, tendo: cozinha afrobrasileira, bazar cultural, oficinas interativas com artistas convidados para confecção junto com os participantes, espaço lúdico infantil.

O QUE: Oficina Valores Civilizatórios Afrobrasileiros: em busca da cidadania plena

ONDE: Espaço Cultural MOCAMBO, Av. Loureiro da Silva, 1530_ em frente ao Largo Zumbi dos Palmares

QUANDO: 26/jan/2012, às 14h

QUEM: Associação MOCAMBO/RS

Responsável:

Elaine Rodrigues (51 81376198)

Coordenação:

Richard Gomes (51 84549648)

mocambo.poa@gmail.com

richardgomes11@hotmail.com

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

NOTA: SEM UM MPF ATUANTE, A DEMOCRACIA PERDE FORÇA E SENTIDO

Brasília, 19 de dezembro 2011
Ao Exmo. Corregedor Nacional do Ministério Público
Dr. Jeferson Luiz Pereira Coelho
Excelentíssimo Corregedor,
Com cumprimentos respeitosos, os abaixo assinantes, representantes da
Igreja, antropólogos, juristas, acadêmicos,povos indigenas e
comunidades tradicionais e defensores dos Direitos Humanos, vimos, por
meio desta, expor ao Conselho Nacional do Ministério Público nossa
preocupação e nossos votos de que sejam asseguradas ao Ministério
Público Federal e seus procuradores, incondicionalmente, as garantias
para o pleno desempenho de suas funções constitucionais, diante do
aqui exposto:

No dia 7 de dezembro de 2011, a Advocacia Geral da União (AGU)
protocolou uma Reclamação Disciplinar no Conselho Nacional do
Ministério Público (CNMP), solicitando o afastamento e a substituição
do procurador da República Felício Pontes Jr. nos processos que
envolvem a construção de Usinas Hidrelétricas (UHEs). Como base para
tal reclamação, utiliza-se de matéria e imagens publicadas no site do
jornal Folha de São Paulo.
Os factóides usados na construção dos argumentos da AGU, por inócuos e
inconsistentes, não merecem consideração. Em fragmentos de imagens do
procurador no desempenho de sua função (Art. 129, parágrafo V da
Constituição Federal: é função do Ministério Público defender
judicialmente os direitos e interesses das populações indígenas),
apresentam-se trechos descontextualizados de respostas suas a
questionamentos da comunidade Xikrin, da Terra Indígena Trincheira
Bacajá, sobre seus direitos relativos aos procedimentos de indenização
por danos causados por Belo Monte. Toscamente editado sem permissão da
produtora – constituindo-se, assim, em crime contra os direitos
autorais -, o vídeo não representa prova de nada que possa incriminar
Pontes Jr.
A insistência da AGU em buscar subterfúgios para tolher, intimidar e
criminalizar o Ministério Público Federal não é nova.  A tática está
sendo adotada  pela quinta vez nos últimos dois anos. No presente
caso, o fato reveste-se de imensa gravidade, por configurar atentado
gritante ao Estado Democrático de Direito, ao atacar frontalmente a
Constituição do país.
É inadmissível que o presente governo, que repetidamente tem
infringido e mutilado as leis ambientais e de proteção social no
processo de imposição de seus projetos neo-coloniais na Amazônia, ao
mesmo tempo em que se esquiva de qualquer debate acerca dos
questionamentos do Ministério Público Federal, utilize-se da AGU como
uma verdadeira milícia jurídica particular para neutralizar a defesa
dos direitos humanos das populações mais fragilizadas da região. Esta
prática tem se evidenciado também na intervenção sistemática da AGU
nos processos de julgamentos das Ações Civis Públicas do MPF,
intromissão que ofende a independência do Judiciário e, desta forma, a
própria democracia do país.
É preocupante que, depois de tantas lutas, tantas vidas perdidas, e da
árdua – e, como se percebe, ainda frágil – conquista do êxito no virar
as páginas da tenebrosa ditadura que manchou a recente história do
Brasil, o autoritarismo retorne à vida nacional. É consternador, por
fim, que ele o faça  dessa forma brutal, com a perseguição obstinada
de uma das poucas instituições que ainda zelam pelos que quase nada
têm. Semelhante  perseguição aos procuradores da república, e por via
deles, a todos aqueles que compreendem a vida dos povos da floresta,
solidarizando-se com sua cultura e sua espiritualidade por
reconhecê-las como algo infinitamente precioso, poderá causar danos
irreversíveis ao nosso país. Será este o legado do atual governo: um
país árido, duro e embrutecido, povoado por gente escorraçada,
amedrontada e apática? Não foi este Brasil que construímos. Não é este
o Brasil que queremos. E enquanto pudermos lutar, não será este o
Brasil que teremos..

Fonte: Telma Monteiro