terça-feira, 19 de abril de 2016
domingo, 17 de abril de 2016
CONTINUA ABERTA A EXPOSIÇÃO ILÊ IFÉ : O SAGRADO AOS OLHOS HUMANOS "
EVENT DETAILS
EXPOSIÇÃO ILÊ IFÉ : O SAGRADO AOS OLHOS HUMANOS "
O Ponto de Cultura Ilê Axé Cultural - Assobecaty , reconhecido pelo estado do Rio Grande do Sul ,como primeiro Ponto de Cultura de Matriz Africana ,tem o prazer e a honra de convidar para a " Exposição Ilê Ifé : O Sagrado aos olhos humanos" ,que será exposta na Casa de Cultura Mario Quintana no espaço Majestic de 16 a 30 de Abril , a abertura do evento será no dia 16 de Abril a partir das 14h e contará com inúmeras atrações culturais ! Venham participar!!!!
sábado, 16 de abril de 2016
Exposição Ilê Ifé: O sagrado aos olhos humanos em Porto Alegre
Porto Alegre:
Autor: Daniel Ribeiro Data da postagem: 15:30 16/04/2016 Visualizacões: 243
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A exposição mostra as práticas de grupos de dança, contação de histórias e gastronomia que é desenvolvido centro do Ponto de Cultura Ilê Ifé Axé Cultural, unindo cultura, religião e trabalho social
Com a perspectiva de mostrar os aspectos positivos das experiências praticadas no Ponto de Cultura Ilê-Ifé Axé Cultura a Exposição “Ilê-Ifé: O Sagrado aos Olhos Humanos”, a exposição promovida pelo Ponto Cultural, que funciona no bairro Santa Rita, no município de Guaíba, faz um roteiro demonstrando os aspectos sagrados e culturais da religião de matriz afro-brasileira, com todos os elementos da dinâmicos que envolvem uma celebração, roupas típicas, musicas, dança, narrativas e também comidas tradicionais dos orixás.
O programa começa com a dança dos orixás, do grupo de dança Ododuá; performance do grupo Ilê Axé Cultura; o afoxé de crianças do Ponto Cultural, que inicia com percussão, passa pela capoeira e inclui Alabês de Toques Sagrados. As variadas expressões se fazem presentes nas lendas e contação de histórias míticas, com o grupo Canta que Eu Conto, fazendo costura do que as pessoas veem e mitos sagrados. Kalunga contará os dilemas da diáspora dos negros; e a seguir tem vez a capoeira de rua do Discípulos de Oxóssi, diferente da de Angola e regional; e hip hop, com o oficineiro Peh .
O encerramento é com um coquetel afro, composto por comidas típicas: “ajeun” – canjica com leite de coco, coco, gemada e leite condensado, pipocas, “amalá” – temperos, frutas, carne, pirão e molho, oferecidos a Xangô, “atãn” – suco com mistura de muitas frutas,, bolo, balas e frutas. ”Nosso ponto é PT é um mosaico cultural africano, tem um pouco de pouco, da ludicidade. Os valores que permeiam estão ali: o coletivo, o alimento, a dança, a oralidade através da contação de histórias – remontar o mundo africano através destes valores, tanto na música, quanto no sagrado, etc. Assim a gente vive no ponto, apresentando os valores às pessoas de como é esta vivência africana e os elementos que compõem esta cultural.
O termo Ilê ifé remete a uma cidade africana, onde tiveram início as primeiras tribos, que dá nome à casa de religião de matriz africana, com 82 anos de existência. Ela foi reconhecida como a primeira casa de matriz africana que funciona como Ponto de Cultura, com investimento do Estado, através do edital da Secretaria de Estado da Cultura/Sedac de Pontos de Cultura 189/2013, de três anos. “Temos compromisso de mostrar que deu certo esta experiência pra que outras casas possam acessar estes recursos”, diz Mãe Carmen da Oxalá. Psicóloga de formação, Carmen Lúcia Silva de Oliveira sucedeu sua mãe, no ano de 2000, o comando da instituição, que atende projeto conveniado à Conab. Este atinge cerca de 6 mil pessoas em Guaíba e envolve a área de saúde e alimentação, no seguimento à sopa das crianças, idealizado por sua mãe. Atende toda a comunidade Ajeum ilera, de alimento para todos e projeto relacionado ao HIV, de prevenção e com metodologia, que possui convênio com o Governo Estadual, dentro dos ilês de Guaíba, São Leopoldo e Porto Alegre.
A ação envolve capacitação e instrumentalização, no encorajamento para o líder religioso se posicionar diante da epidemia, contrariando o silêncio nos centros de religião, até o momento. “O link do mundo religioso, prático e cotidiano é necessário, como por exemplo, da proteção, porque não adianta proteção no plano espiritual se a pessoa não se protege com camisinha”, enfatiza Carmen. O local é dotado de Telecentro conveniado com Ministério das Comunicações, com 12 máquinas que propiciam inclusão digital para a comunidade, com acesso livre nas máquinas, há três anos. Pesquisa, lazer e jogos estão à disposição das crianças, para que se apropriem. Outros atrativos são as salas de cinema, leitura (minibiblioteca) – o telecentro resultou de uma biblioteca que já existia. A biblioteca foi fundada em 1994 e potencializada em 2013 para Telecentro e Biblioteca Moabi Caldas. “Temos uma responsabilidade muito grande em função de ser o primeiro. Nosso papel é fazer o máximo para q tenhamos ter certeza de que fizemos nosso papel, cumprimentos nosso plano e que esta experiência pode dar certo”, pondera a coordenadora.
Serviço:
O quê: Exposição Ilê-Ifé: O Sagrado aos Olhos Humanos
Quando: 16 de abril (sábado), das 14h às 19h30min.
Onde: espaço Majestic – térreo da Casa de Cultura Mario Quintana/CCMQ (Andradas, 736) Porto Alegre
Visitação: Até 1º de maio. Terças a sextas, das 9h às 21h e sábados, domingos e feriados, das 12h às 21h.
Informações: Facebook – Pontodeculturaileaxecultural-assobecaty
Entrada franca
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Fonte: Nação Z
Exposição Ilê Ifé: O sagrado aos olhos humanos em Porto Alegre
Porto Alegre:
Autor: Daniel Ribeiro Data da postagem: 15:30 16/04/2016 Visualizacões: 243
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A exposição mostra as práticas de grupos de dança, contação de histórias e gastronomia que é desenvolvido centro do Ponto de Cultura Ilê Ifé Axé Cultural, unindo cultura, religião e trabalho social
Com a perspectiva de mostrar os aspectos positivos das experiências praticadas no Ponto de Cultura Ilê-Ifé Axé Cultura a Exposição “Ilê-Ifé: O Sagrado aos Olhos Humanos”, a exposição promovida pelo Ponto Cultural, que funciona no bairro Santa Rita, no município de Guaíba, faz um roteiro demonstrando os aspectos sagrados e culturais da religião de matriz afro-brasileira, com todos os elementos da dinâmicos que envolvem uma celebração, roupas típicas, musicas, dança, narrativas e também comidas tradicionais dos orixás.
O programa começa com a dança dos orixás, do grupo de dança Ododuá; performance do grupo Ilê Axé Cultura; o afoxé de crianças do Ponto Cultural, que inicia com percussão, passa pela capoeira e inclui Alabês de Toques Sagrados. As variadas expressões se fazem presentes nas lendas e contação de histórias míticas, com o grupo Canta que Eu Conto, fazendo costura do que as pessoas veem e mitos sagrados. Kalunga contará os dilemas da diáspora dos negros; e a seguir tem vez a capoeira de rua do Discípulos de Oxóssi, diferente da de Angola e regional; e hip hop, com o oficineiro Peh .
O encerramento é com um coquetel afro, composto por comidas típicas: “ajeun” – canjica com leite de coco, coco, gemada e leite condensado, pipocas, “amalá” – temperos, frutas, carne, pirão e molho, oferecidos a Xangô, “atãn” – suco com mistura de muitas frutas,, bolo, balas e frutas. ”Nosso ponto é PT é um mosaico cultural africano, tem um pouco de pouco, da ludicidade. Os valores que permeiam estão ali: o coletivo, o alimento, a dança, a oralidade através da contação de histórias – remontar o mundo africano através destes valores, tanto na música, quanto no sagrado, etc. Assim a gente vive no ponto, apresentando os valores às pessoas de como é esta vivência africana e os elementos que compõem esta cultural.
O termo Ilê ifé remete a uma cidade africana, onde tiveram início as primeiras tribos, que dá nome à casa de religião de matriz africana, com 82 anos de existência. Ela foi reconhecida como a primeira casa de matriz africana que funciona como Ponto de Cultura, com investimento do Estado, através do edital da Secretaria de Estado da Cultura/Sedac de Pontos de Cultura 189/2013, de três anos. “Temos compromisso de mostrar que deu certo esta experiência pra que outras casas possam acessar estes recursos”, diz Mãe Carmen da Oxalá. Psicóloga de formação, Carmen Lúcia Silva de Oliveira sucedeu sua mãe, no ano de 2000, o comando da instituição, que atende projeto conveniado à Conab. Este atinge cerca de 6 mil pessoas em Guaíba e envolve a área de saúde e alimentação, no seguimento à sopa das crianças, idealizado por sua mãe. Atende toda a comunidade Ajeum ilera, de alimento para todos e projeto relacionado ao HIV, de prevenção e com metodologia, que possui convênio com o Governo Estadual, dentro dos ilês de Guaíba, São Leopoldo e Porto Alegre.
A ação envolve capacitação e instrumentalização, no encorajamento para o líder religioso se posicionar diante da epidemia, contrariando o silêncio nos centros de religião, até o momento. “O link do mundo religioso, prático e cotidiano é necessário, como por exemplo, da proteção, porque não adianta proteção no plano espiritual se a pessoa não se protege com camisinha”, enfatiza Carmen. O local é dotado de Telecentro conveniado com Ministério das Comunicações, com 12 máquinas que propiciam inclusão digital para a comunidade, com acesso livre nas máquinas, há três anos. Pesquisa, lazer e jogos estão à disposição das crianças, para que se apropriem. Outros atrativos são as salas de cinema, leitura (minibiblioteca) – o telecentro resultou de uma biblioteca que já existia. A biblioteca foi fundada em 1994 e potencializada em 2013 para Telecentro e Biblioteca Moabi Caldas. “Temos uma responsabilidade muito grande em função de ser o primeiro. Nosso papel é fazer o máximo para q tenhamos ter certeza de que fizemos nosso papel, cumprimentos nosso plano e que esta experiência pode dar certo”, pondera a coordenadora.
Serviço:
O quê: Exposição Ilê-Ifé: O Sagrado aos Olhos Humanos
Quando: 16 de abril (sábado), das 14h às 19h30min.
Onde: espaço Majestic – térreo da Casa de Cultura Mario Quintana/CCMQ (Andradas, 736) Porto Alegre
Visitação: Até 1º de maio. Terças a sextas, das 9h às 21h e sábados, domingos e feriados, das 12h às 21h.
Informações: Facebook – Pontodeculturaileaxecultural-assobecaty
Entrada franca
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Fonte: Nação Z
terça-feira, 12 de abril de 2016
Comentários de Gaby Benedyct sobre a Exposição Ilê Ifè que o Ponto de Cultura Ilê Axé Cultural ASSOBECATY estará levando até a Casa de Cultura Mario Quintana
Mais uma de nossa Casa de Cultura Mario Quintana que vai divar nesse findi...exposição que to ajudando a produzir será inaugurada no sábado, à partir das 14 horas...MUITO APHÚ..porque vai trazer uma representação dos Orixás e suas comidas sagradas... uma energia forte pra abençoar a galera e contar um pouco da história dessa etnia em nosso estado. Estão previstos: exposição, grupo de dança, contação de histórias e gastronomia para mostrar o trabalho do centro que une cultura, religião e trabalho social
O programa começa com a dança dos orixás, do grupo de dança Ododuá; performance do grupo Ilê Axé Cultura; o afoxé de crianças do Ponto Cultural, que inicia com percussão, passa pela capoeira e inclui Alabês de Toques Sagrados. As variadas expressões se fazem presentes nas lendas e contação de histórias míticas, com o grupo Canta que Eu Conto, fazendo costura do que as pessoas veem e mitos sagrados. Kalunga contará os dilemas da diáspora dos negros; e a seguir tem vez a capoeira de rua do Discípulos de Oxóssi, diferente da de Angola e regional; e hip hop, com o oficineiro Peh .
O encerramento é com um coquetel afro, composto por comidas típicas: “ajeun” – canjica com leite de coco, coco, gemada e leite condensado, pipocas, “amalá” – temperos, frutas, carne, pirão e molho, oferecidos a Xangô, “atãn” – suco com mistura de muitas frutas,, bolo, balas e frutas. ”Nosso ponto é um mosaico cultural africano, tem um pouco de tudo, da ludicidade. Os valores q permeiam estão ali: o coletivo, o alimento, a dança, a oralidade através da contação de histórias – remontar o mundo africano através destes valores, tanto na música, sagrado, etc. Assim a gente vive no ponto,apresentando os valores às pessoas de como é esta vivência africana e os elementos que compõe esta cultural."
O termo Ilê ifé remete a uma cidade africana, onde tiveram início as primeiras tribos, que dá nome à casa de religião de matriz africana, com 82 anos de existência. Ela foi reconhecida como a primeira casa de matriz africana que funciona como Ponto de Cultura, com investimento do Estado, através do edital da Secretaria de Estado da Cultura/Sedac de Pontos de Cultura 189/2013, de três anos. “Temos compromisso de mostrar que deu certo esta experiência pra que outras casas possam acessar estes recursos”, diz Mãe Carmen da Oxalá. Psicóloga de formação, Carmen Lúcia Silva de Oliveira sucedeu sua mãe, no ano de 2000, o comando da instituição, que atende projeto conveniado à Conab. Este atinge cerca de 6 mil pessoas em Guaíba e envolve a área de saúde e alimentação, no seguimento à sopa das crianças, idealizado por sua mãe. Atende toda a comunidade Ajeum ilera, de alimento para todos e projeto relacionado ao HIV, de prevenção e com metodologia, que possui convênio com o Governo Estadual, dentro dos ilês de Guaíba, São Leopoldo e Porto Alegre.
“Temos uma responsabilidade muito grande em função de ser o primeiro. Nosso papel é fazer o máximo para q tenhamos ter certeza de que fizemos nosso papel, cumpramos nosso plano e que esta experiência pode dar certo”, pondera a coordenadora.
Serviço:
Exposição Ilê-Ifé O Sagrado aos Olhos Humanos
Abertura: 16 de abril (sábado), das 14h às 19h30min.
Local: espaço Majestic – térreo da Casa de Cultura Mario Quintana/CCMQ (Andradas, 736)
Visitação: Até 1º de maio. Terças a sextas, das 9h às 21h e sábados, domingos e feriados, das 12h às 21h.
Informações: Facebook – Pontodeculturaileaxecultural-assobecaty
Entrada franca, aberta a todos os interessados.

segunda-feira, 11 de abril de 2016
Primeiro Ponto de Cultura de matriz africana do Rio Grande do Sul promove atividades na CCMQ
Estão previstos: exposição, grupo de dança, contação de histórias e gastronomia para mostrar o trabalho do centro que une cultura, religião e trabalho social
Dar visibilidade à riqueza da questão afro e mostrar os aspectos positivos da experiência como Ponto de Cultura é o objetivo da exposição “Ilê-Ifé – O Sagrado aos Olhos Humanos”, cuja abertura será no dia 16 de abril, no Espaço Majestic da Casa de Cultura Mario Quintana (CCMQ), com várias atividades. A promoção é do Ponto de Cultura Ilê Axé Cultural, que funciona no bairro Santa Rita, em Guaiba, que com o projeto pretende abranger os aspectos sagrado e cultural. A mostra dinâmica prevê apresentações musicais, de dança, narrativas e também comidas típicas. O evento é aberto e gratuito
O programa começa com a dança dos orixás, do grupo de dança Ododuá; performance do grupo Ilê Axé Cultura; o afoxé de crianças do Ponto Cultural, que inicia com percussão, passa pela capoeira e inclui Alabês de Toques Sagrados. As variadas expressões se fazem presentes nas lendas e contação de histórias míticas, com o grupo Canta que Eu Conto, fazendo costura do que as pessoas veem e mitos sagrados. Kalunga contará os dilemas da diáspora dos negros; e a seguir tem vez a capoeira de rua do Discípulos de Oxóssi, diferente da de Angola e regional; e hip hop, com o oficineiro Peh .
O encerramento é com um coquetel afro, composto por comidas típicas: “ajeun” – canjica com leite de coco, coco, gemada e leite condensado, pipocas, “amalá” – temperos, frutas, carne, pirão e molho, oferecidos a Xangô, “atãn” – suco com mistura de muitas frutas,, bolo, balas e frutas. ”Nosso ponto é PT é um mosaico cultural africano, tem um pouco de pouco, da ludicidade. Os valores q permeiam estão ali: o coletivo, o alimento, a dança, a oralidade através da contação de histórias – remontar o mundo africano através destes valores, tanto na música, sagrado, etc. Assim a gente vive no ponto,apresentando os valores às pessoas de como é esta vivência africana e os elementos que compõe esta cultural.
O termo Ilê ifé remete a uma cidade africana, onde tiveram início as primeiras tribos, que dá nome à casa de religião de matriz africana, com 82 anos de existência. Ela foi reconhecida como a primeira casa de matriz africana que funciona como Ponto de Cultura, com investimento do Estado, através do edital da Secretaria de Estado da Cultura/Sedac de Pontos de Cultura 189/2013, de três anos. “Temos compromisso de mostrar que deu certo esta experiência pra que outras casas possam acessar estes recursos”, diz Mãe Carmen da Oxalá. Psicóloga de formação, Carmen Lúcia Silva de Oliveira sucedeu sua mãe, no ano de 2000, o comando da instituição, que atende projeto conveniado à Conab. Este atinge cerca de 6 mil pessoas em Guaíba e envolve a área de saúde e alimentação, no seguimento à sopa das crianças, idealizado por sua mãe. Atende toda a comunidade Ajeum ilera, de alimento para todos e projeto relacionado ao HIV, de prevenção e com metodologia, que possui convênio com o Governo Estadual, dentro dos ilês de Guaíba, São Leopoldo e Porto Alegre.
A ação envolve capacitação e instrumentalização, no encorajamento para o líder religioso se posicionar diante da epidemia, contrariando o silêncio nos centros de religião, até o momento. “O link do mundo religioso, prático e cotidiano é necessário, como por exemplo, da proteção, porque não adianta proteção no plano espiritual se a pessoa não se protege com camisinha”, enfatiza Carmen. O local é dotado de Telecentro conveniado com Ministério das Comunicações, com 12 máquinas que propiciam inclusão digital para a comunidade, com acesso livre nas máquinas, há três anos. Pesquisa, lazer e jogos estão à disposição das crianças, para que se apropriem. Outros atrativos são as salas de cinema, leitura (minibiblioteca) – o telecentro resultou de uma biblioteca que já existia. A biblioteca foi fundada em 1994 e potencializada em 2013 para Telecentro e Biblioteca Moabi Caldas. “Temos uma responsabilidade muito grande em função de ser o primeiro. Nosso papel é fazer o máximo para q tenhamos ter certeza de que fizemos nosso papel, cumprimentos nosso plano e que esta experiência pode dar certo”, pondera a coordenadora.
Serviço:
Exposição Ilê-Ifé O Sagrado aos Olhos Humanos
Abertura: 16 de abril (sábado), das 14h às 19h30min.
Local: espaço Majestic – térreo da Casa de Cultura Mario Quintana/CCMQ (Andradas, 736)
Visitação: Até 1º de maio. Terças a sextas, das 9h às 21h e sábados, domingos e feriados, das 12h às 21h.
Informações: Facebook – Pontodeculturaileaxecultural-assobecaty
Entrada franca, aberta a todos os interessados.
Exposições « Casa de Cultura Mario Quintana www.ccmq.com.br/site/category/programacao/exposicoes/
quinta-feira, 21 de janeiro de 2016
Encontro promove a paz e reúne representantes de diversas religiões no GHC
21.01.2016ESPIRITUALIDADE
No Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa, o Espaço Inter-Religioso do Hospital Conceição realizou ato de acolhimento de diferentes crenças com a participação de integrantes de denominações religiosas como Judaísmo, Islamismo e de Matriz Africana
Representantes de diversas crenças estiveram na solenidade, expressando a fé em prol do cuidado ao usuário.

Na ocasião, a diretoria do GHC descerrou a placa que materializa o compromisso do Espaço Inter-Religioso com a diversidade e a paz
Com o objetivo de promover a cultura da paz e da liberdade de crenças, o Espaço Inter-Religioso do Hospital Conceição realizou, nesta quinta-feira, 21 de janeiro, um encontro temático com a participação de integrantes de diversas denominações religiosas. A data, que celebra o Dia Mundial das Religiões e o Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa, foi marcada pelo descerramento da placa do Espaço Inter-Religioso, que materializa o compromisso do Grupo Hospitalar Conceição (GHC) de incentivar a liberdade de culto.
Convidados representantes do Judaísmo, Islamismo, Budismo, Espiritismo, Catolicismo, Anglicanismo, religiões Evangélicas e de Matriz Africana participaram da solenidade expressando a fé em prol do cuidado ao usuário. O gerente de Apoio do GHC, Márcio Belloc, defendeu que o Espaço Inter-Religioso é uma articulação importante, garantida por políticas públicas que buscam a diversidade. “É um privilégio que nossa instituição possa sustentar um espaço assim”, disse o gerente.
O diretor técnico do GHC, José Fossari, considerou de extrema importância a presença da religião no ambiente hospitalar. “Sabemos que manter o vínculo com a fé ajuda a diminuir o sofrimento, estimulando a longevidade em casos de recuperação e, nos casos terminais, um fim com conforto e qualidade que todos merecem”, declarou o diretor.
A diretora-superintendente do GHC, Sandra Fagundes, também esteve presente no encontro e destacou o respeito às dimensões da espiritualidade como um momento histórico de reafirmação do GHC em relação à população do Rio Grande do Sul. “Estamos promovendo a paz em um momento oportuno das necessidades brasileiras. Aqui é realizado um trabalho civilizatório, de reconhecer a pluralidade, aceitar e acolher cada crença, e isso faz a diferença”, enfatizou a superintendente.
O coordenador da Participação Cidadã, Elpídio de Souza, reforçou a importância do encontro como meio de integração. “Este espaço é fundamental para a saúde do usuário”, disse o coordenador.
A assistência espiritual é feita nos hospitais do Grupo Hospitalar Conceição (Conceição, Criança Conceição, Cristo Redentor e Fêmina), por meio de celebrações nos espaços inter-religiosos e conforme o calendário de atendimento com escala elaborada para contemplar todas as denominações. Também são realizadas visitas aos usuários internados, quando há solicitação. O objetivo é contribuir com a humanização e a atenção integral à saúde, levando em conta o aspecto físico, psicológico, social e espiritual.
Representantes das denominações religiosas parabenizaram o GHC e o Núcleo de Assistência Espiritual pela promoção de um espaço inter-religioso e ressaltaram a missão de incentivar a fé, a esperança e o respeito à diversidade. O espaço garante acesso à assistência espiritual e assegura aos usuários o direito de expressar sentimentos de fé, paz e solidariedade durante o tratamento médico.
Também estiveram presentes na cerimônia o gerente de Recursos Humanos do GHC, Diogo dos Santos, a coordenadora da Comissão Especial de Promoção de Políticas da Igualdade Racial (Ceppir/GHC), Ludmila Marques, a coordenadora da Comissão de Gênero do GHC, Renata Zardin ,o gerente de Administração do Hospital da Criança Conceição, Aldacir Oliboni, o representante do Conselho Estadual da Umbanda e dos Cultos Afro-brasileiros do Rio Grande do Sul Pai Clóvis de Xangô Aganju, a representante da Igreja Evangélica da Graça de Deus Carla Oliveira, a representante da Igreja Anglicana Roberta Santos.
O encontro inter-religioso integra a programação do GHC no Fórum Social Mundial 2016, e contou com a participação dos seguintes integrantes de denominações religiosas:
Ahmad Ali – Centro Cultural Islâmico do Rio Grande do Sul
Carlos Dreher – Igreja Evangélica de Confissão Luterana
Darlan Oliveira – Igreja Evangélica Assembleia de Deus
Guershon Kwasniewski – Judaísmo
Jussara Reis – Doutrina Espírita
Lea Bos Duarte – Federação Espírita do Rio Grande do Sul
Mãe Angélica de Oxum – Religião de Matriz Africana
Mãe Carmem de Oxalá – Religião de Matriz Africana
Maximiliano Zambom – Igreja Católica
Pai João de Iemanjá – Religião de Matriz Africana Umbandista
Creditos: Mariana Ribeiro
