Páginas

quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

A reforma no salão principal da ASSOBECATY atrasou, gerando uma verdadeira batalha contra o tempo, exatamente ás 22:00 o salão foi liberado para limpar e preparar a recepção para a soberana Yemanjá. Só foi possível por estarmos cercados de pessoas comprometidas com o sagrado que habita o ilê

1919040_806525442790777_6551870747646185057_n

A reforma no salão principal da ASSOBECATY atrasou, gerando uma verdadeira batalha contra o tempo, exatamente ás 22:00 o salão foi liberado para limpar e preparar a recepção para a soberana Yemanja. Só foi possivel por estarmos cercados de pessoas comprometidas com o sagrado que habita o ilê. Ponto de Cultura Ilê Axé Cultural –Assobecaty. 2016 ano regido por Yemanja e ASSOBECATY deseja a todos muita prosperidade, saúde e paz.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

Assobecaty informa agenda de distibuição de alimentos do Projeto Ajeun Ilerá Assobecaty

Fique atento agenda de distibuição de alimentos do Projeto Ajeun Ilerá Assobecaty e procure o centro distribuição que você está cadastrado.

Apresentação sem título (10)

quinta-feira, 12 de novembro de 2015

ASSOBECATY CONVIDA REUNIÃO ORGANIZATIVA DA MISSA AFRO

Missa Afro         

O Ponto de Cultura Ilê Axé Cultural ASSOBECATY, convida a comunidade Guaibense e demais religiosos, para participar da Reunião Preparatória da MISSA AFRO, que será celebrada pelo Padre  Benedito  dos Santos, do Estado do  Maranhão. A iniciativa faz parte do Rito de passagem da Semana da Consciência Negra e o Inicio da Semana Municipal da Umbanda e Religiões de Matriz Africana, Ponto de Cultura Iê Axé Cultural ASSOBECATY.

Data: 13 de novembro – Sexta - feira

Horário 11 h Local: Sede da ASSOBECATY 

Contamos com vossa presença

sábado, 7 de novembro de 2015

OFICINA DE CAPOEIRA NO PONTO DE CULTURA ILÊ AXÉ CULTURAL - ASSOBECATY

 

As oficinas de capoeira iniciaram no dia 02 de novembro de 2015 ,  ministradas pelo professor Dalsin - Alex  do Grupo de Capoeira Oxossi. Ocorre aos sábados das 14:00 as 16:00hs no salão da Assobecaty, sede do Ponto de Cultura Ilê Axé Cultural. Possui 40 crianças e jovens inscritos da comunidade local atendida nos programas e projetos da Assobecaty.

A capoeira é um misto cultural de artes marciais, música e fundamentos filosóficos fundado pelos antigos mestres de fins do século XIX início do XX,

dos quais destacamos o Mestre Bimba e o Mestre Pastinha, ambos Soteropolitanos.

O professor Dalsin é integrante do Grupo de capoeira Oxossi de Mestre Pelesinho, reside Quilombo dos Alpes em Porto Alegree ministra oficinas de capoeira no estilo de rua há mais 20  anos, tendo recebido a graduação de de seu mestre.

Seguindo o plano de trabalho o Ponto de Cultura realizou a compra de instrumentos (berimbau) para as aulas de capoeira. Também buscamos integrar as comunidades do entorno realizando oficinas de capoeira itinerantes que levaram nosso grupo de capoeira até a sede de outras associações comunitárias.

sábado, 10 de outubro de 2015

O aniversário de Maria Patulé foi todo inspirado nos anos 60 serviram acompanhe o lindo registro

 

No sábado, dia 10 de outubro, Maria Patulé, abriu as portas de sua residência para celebrar seu aniversário e receber os abraços dos amigos. A festa foi preparada com muita inspiração nos anos 60.

Decoração Maria Patulê

Anfitriã estava muito entusiasmada e a alegria tomou conta da festa, recheada de gente bonita e interessante, que aproveitaram cada minuto na disputa para cantar uma música no Karaoke e na  pista de dança.

Maria Patulê

No estilo  dos anos 50 e 60, o genero  musical,  decoração tudo se manteve fiel nos detalhes, marcados pelas cores preto e branco, foi  tudo organizado para que todos os convidados se sentissem voltando no tempo. Tudo estilizado  da época!

quarta-feira, 7 de outubro de 2015

INTOLERÂNCIA RELIGIOSA EM DEBATE NO IFCS

 

debate religioes - agenda bafafa

ENDEREÇO: Largo de São Francisco, n° 1 - Salão Nobre do IFCS
BAIRRO: Centro

DATA: 09/10
HORA: 09:00
LOCAL: IFCS - Instituto de Filosofia e Ciências Sociais da UFRJ

VALOR: Grátis
CONTATO: 21 2232 7077 / 2242 0961 - CEAP

Em meio à crescente onda e casos de intolerância religiosa, o Centro de Articulação de Populações Marginalizadas (CEAP) e a Comissão de Combate à Intolerância Religiosa (CCIR) em parceria com o Laboratório de História das Experiências Religiosas (LHER) e o Programa de Pós-Graduação em História Comparada (PPGHC) do Instituto de História (IH/UFRJ), apoiado pelo Instituto de Filosofia e Ciências Sociais (IFCS/UFRJ), realizam seminário, dia 9 de outubro. É hora de refletir, discutir e propor mudanças.

Com coordenação geral do Prof. Dr. André Leonardo Chevitarese, Babalawo Ivanir dos Santos e do jornalista Astrogildo Esteves Filho.

“A alteridade é a melhor das religiões. A intolerância é a forma  primeira de eliminar o outro. Vale lembrar que cada religião tem as suas formas de se comunicar com o transcendente”, pontua Ivanir dos Santos.

Temas do seminário:

– Intolerância Religiosa e Democracia
– Estado Laico e Plano de Combate à Intolerância Religiosa
– Ensino Religioso nas Escolas Públicas
– Liberdade Religiosa e Liberdade de Expressão

PROGRAMAÇÃO:

8h30 às 9h – Credenciamento e Café da Manhã

9h15 às 9h45 – Mesa de Abertura com André Leonardo Chevitarese (IH-UFRJ), Ivanir dos Santos (CEAP/PPGHC), Governo do Rio de Janeiro, Prefeitura do Rio de Janeiro e Petrobras.

10h às 11h15 – Mesa 1
Intolerância Religiosa e Democracia
Coordenador: Luiz Carlos Semog, secretário executivo (CEAP).
Palestrantes: Carlos Santana (PPGHC) e Ana Paula Miranda, Antropóloga (UFF).

11h15 às 12h30 – Mesa 2
Estado Laico e Plano de Combate à Intolerância Religiosa.
Coordenador: Daniel Justi (PPGArq/LHER).
Palestrantes: Rodrigo Pereira (PPGArq/LHER) e Luiz Fernando Martins da Silva – Advogado, Pós Graduado em Direito pela OAB-RJ/UFRJ. Ogã do Ilê Axé Oxumarê, SA, Ba, Membro do Instituto dos Advogados Brasileiros.

12h30 às 14h – Almoço

14h às 15h15 – Mesa 3
Ensino Religioso nas Escolas Públicas.
Coordenador: Marilena Mattos (MUDA).
Palestrantes: André Barroso (LHER) e Stela Guedes Caputo – Educadora (UERJ).

15h15 às 16h30 – Mesa 4
Liberdade Religiosa e Liberdade de Expressão.
Coordenador: José Henrique Motta de Oliveira (PPGHC/LHER).
Palestrantes: Togo Ioruba (PPGHC) e Márcio de Jagum – Advogado, presidente da Associação Nacional de Mídia Afro (ANMA).

16h30 às 17h – Coffee break

17h30 às 19h – Apresentação Cultural com o Grupo Afrolaje

17h30 – O debate fechar a série com show do grupo Afrolaje, com dança, música e percussão.
Do Grande Méier (ZN), criada pela professora e coreógrafa Flavia Souza, bacharela em Dança pela UFRJ e pelo professor de capoeira Ivan Jr, bacharel em Educação Física também pela UFRJ, onde convidou e se reuniu com seus colaboradores em 2013, para dar inicio.

O Afrolaje é um grupo composto por pessoas de vários lugares, que têm a pretensão de difundir a cultura de matriz africana. Formado por crianças, jovens e adultos em sua maioria negros/as, que vivem em desvantagem social e econômica. Busca resgatar através das manifestações artísticas (dança, cantigas, percussão e capoeira) a identidade cultural de matriz africana que tanto influenciou na formação cultural do nosso país. Com o auxilio de pesquisas de campo, encontros e debates com mestres populares o grupo pretende não só desenvolver o movimento, a sonoridade, mas também, e principalmente, munir de ferramentas históricas seus integrantes visando estimular identidade e valorização em torno da cultura afro brasileira.

O objetivo principal do PROJETO AFROLAJE CULTURAL é resgatar, preservar e difundir a diversidade da cultura afro brasileira através da dança, música, percussão, pesquisa e expressão corporal do negro. Expandindo em diversos lugares públicos e privados com realizações de encontros culturais – baseados nas tradições das manifestações da cultura populares de matriz afro brasileira, realizadas com tambores e berimbaus, onde o público se agrega à brincadeira cantando, jogando, tocando e dançando – com apresentações interativas, oficinas, vivências e rodas de diálogos. “Buscamos através da arte, dança, música, expressão, dos ritmos, toques, canto, da cultura afro-brasileira reforçar o respeito à diversidade cultural do Brasil, assim como contribuir para a eliminação do racismo em nossa sociedade”, afirma o grupo.