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terça-feira, 17 de setembro de 2013

XIV Alaiandê Xirê – São Paulo - 2013 Seminário e Festival Internacional de Culturas Africanas e Afro-brasileiras de 30/10 à 02/11/2013

17 de setembro - Guaíba- RS –Brasil
REVISTA CONEXÃO AFRO
XIV ALAIANDÊ XIRÊ 2013
Seminário e Festival Internacional de Culturas Africanas e Afro-Brasileiras
de 30/10 à 02/11/2013
SÃO PAULO
XIV Alaiandê Xirê – São Paulo - 2013
Seminário e Festival Internacional de Culturas Africanas e Afro-brasileiras
de 30/10 à 02/11/2013
O Alaiandê Xirê – Festival Nacional de Alabês, Xicarangomas e Runtós foi criado pelo Ogã e Babalorixá Roberval Marinho e pela Agbeni Xangô Cléo Martins, membros do Ilê Axé Opô Afonjá – BA, sendo realizado anualmente desde 1998 e seu patrono é o orixá Xangô. Tem por objetivo debater questões diversas sobre os povos e comunidades tradicionais de matriz africana com ênfase naquelas relacionadas aos músicos sagrados dos candomblés de todas as nações.
O encontro já foi realizado na Bahia, Recife e Brasília unindo membros dos candomblés e reconhecidos intelectuais e acadêmicos de inúmeras universidades do Brasil e do exterior. Neste ano, o orixá homenageado será Logunedé, patrono do terreiro Ilê Afro Brasileiro Odé Loreci onde se realizará o encontro e contará com o apoio organizacional do Instituto Alaiandê Xirê, CERNe (Centro de Estudos das Religiosidades Contemporâneas e das Culturais Negras) do Departamento de Antropologia da Universidade de São Paulo, Àgò Lònà Associação Cultural e Prefeitura de Embu das Artes.
Tema
“Origens, Tradições e Continuidades – Desafios da cultura afro-americana no século XXI”
Data
30/10 – 2/11/2013
Local
Ilê Afro Brasileiro Odé Loreci
Rua Monte Alegre, 126 – Jardim Pinheiros – Embu das Artes – SP
Instituto Alaiandê Xirê
Presidente: Roberval José Marinho (Lojutogun do Ilê Axé Opô Afonjá, doutor em Artes pela USP e professor da UCB) e Vice-presidente: Rita Virgínia Rodrigues do Rio (Omorogba do Ilê Axé Opô Afonjá).
Comissão Organizadora do XIV Alaiandê Xirê (São Paulo)
Baba Ògúndáre (Anfitrião, sacerdote do Ilê Afro Brasileiro Odé Loreci)
Vagner Gonçalves da Silva (Prof. no Departamento de Antropologia da USP, Coordenador do CERNe)
Aulo Barretti Filho (Presidente e pesquisador da Funaculty e Bàbálórìsà Kétu (BA) reafricanizado. (SP))
Rosenilton Oliveira (Doutorando em Antropologia - USP)
Marcelo Mendes Chaves (Mestre em Artes - USP)
Pedro Neto (Àgò Lònà Associação Cultural, membro do Núcleo de Relações Raciais, Memória, Identidade e Imaginário do PEPG da PUC – SP e membro titular do Colegiado Setorial de Culturas Afro-Brasileiras do CNPC-Minc)
Programação
30/10 - Quarta-feira
20h – Mesa de Abertura
Fala das autoridades, parceiros e apoiadores:
Roberval Marinho (Presidente do Alaiandê Xirê)
Baba Ògúndáre (Anfitrião, sacerdote do Ilê Afro Brasileiro Odé Loreci)
Aulo Barretti Filho (Comissão Organizadora)
Vagner Gonçalves da Silva (Comissão Organizadora)
Coordenação: Marcelo Mendes (Mestre em Artes - USP)
21h – Xirê
Terno de Alabês do Ilê Axé Opô Afonjá e da Casa Branca do Engenho Velho (Salvador - BA)
logo Revista Conexão Afro
CONEXÃO AFRO conexaoafro@gmail.com
Falar com Mãe
Carmen de Oxala :
  (51) 81810404 / (51)  30556655
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22h – Coquetel/Ajeum
Discotecagem com o DJ Eduardo Brechó (ritmos afro-brasileiros)
31/10 - Quinta-feira
9:30 as 10:30 h - Mesa 1 – Logunedé – Entre o Rio e a Floresta
Bàbá Ògúndáre (Bàbálórìsà do Ilê Afro Brasileiro Odé Loreci - SP)
Omoriyeba Silifatu Lasisi*
Mopelola Osunfumike Oladejo*
(* Sacerdotisas responsáveis pelo culto de Logunéde em Ibadan na Nigéria)
Coordenação: Vagner Gonçalves da Silva (USP – SP)
Esta mesa visa discutir a presença de Logunedé na tradição africana e afro-brasileira. De que forma suas origens e ressignificações brasileiras podem contribuir para a continuidade da cultura negra.
11h as 12:30 h - Mesa 2 – Religiões no espaço público
Rachel Rua Baptista Bakke (USP – SP)
Bàbá Paulo César Pereira de Oliveira (Centro Cultural Orunmilá – Ribeirão Preto/SP)
Coordenação: Teresinha Bernardo (PUC – SP)
Esta mesa visa promover uma reflexão sobre a presença dos valores culturais e religiosos afro-brasileiros fora dos templos. Ao mesmo tempo em que estas religiões são atacadas elas também ganham visibilidade na mídia (novelas que abordam o tema, por exemplo) e em outros espaços públicos. A implementação da lei 10.639/2003 que obriga o ensino de história africana e cultura afro-brasileira e indígena tem promovido muita polêmica, sobretudo quando se fala das religiosidades de origem africana que ainda são vistas com muito preconceito.
13 as 14:30 h - Almoço
14:30 as 16:00 hs - Mesa 3 - Convivência inter-religiosa
Vagner Gonçalves da Silva (CERNe/USP)
Aulo Barretti Filho (Pesquisador da Funaculty e Bàbálórìsà Kétu)
Ekede Ogunladê
Coordenação: Milton Bortoleto (CERNe/USP)
Esta mesa visa promover uma reflexão sobre o crescente processo de intolerância religiosa verificado em todo o Brasil e promovido, sobretudo, pelas denominações neopentecostais contra as religiões afro-brasileiras. Também falaremos das transformações positivas que esse processo acarretou entre os quais a maior aproximação das tradições afro-brasileiras entre si, rompendo muitas vezes rivalidades históricas (entre a umbanda e o candomblé, por exemplo), a formação de movimentos de conscientização e de reações aos ataques (como processos impetrados na justiça denunciado os crimes relacionados à intolerância e descriminação religiosa).
16:30 as 18:00 hs - Mesa 4 – O sistema oracular de Ifá: suas trajetórias e implicações
Ayoade Kazeem Adeleke (Babalaô nigeriano)
Tomás Fernández Robaina (Investigador y Professor Titular Biblioteca Nacional de Cuba)
Bàbá Ògúndáre (Bàbálórìsà do Ilê Afro Brasileiro Odé Loreci)
Coordenação: Rosenilton Silva de Oliveira (CERNe/NAU-USP)
Esta mesa visa promover uma reflexão sobre o sistema oracular de Ifá, um dos principais meios de ensino, aprendizado e organização das religiões afro-americanas. Este sistema apresenta o principal corpus sobre a cosmologia, cosmogonia, valores religiosos etc. que embasam a prática do culto aos orixás na África e em sua diáspora pelo mundo. Neste sentido, pretende-se avaliar as diferentes escolas ou tradições de Ifá desenvolvidas ao longo das duas margens do Atlântico Negro (principalmente em países como Nigéria, Cuba e Brasil) e o modo pelo qual a crescente divulgação e prática deste oráculo impacta o desenvolvimento do culto aos orixás nos moldes praticados pelas tradições afro-americanas.
19 as 20 h - Jantar
20:30 as 21:30 hs - Atividade Cultural
Nega Duda e o Samba de Roda do Recôncavo da Bahia
1/11 - Sexta-feira
9:30 as 11:00 h - Mesa 5 – Religião e Políticas Públicas: Cultura e Patrimônio
Convidados a confirmar.
Coordenação: Rosenilton Silva de Oliveira (CERNe/NAU-USP)
Esta mesa visa promover uma reflexão sobre as relações entre as comunidades de terreiro e a sociedade mais ampla. Como se sabe entre as várias políticas públicas adotadas pelos governos, sobretudo dos últimos 20 anos, estão o atendimento às demandas das comunidades negras em torno de melhoria das condições de vida, relacionadas à saúde, à visibilidade social, ao combate à discriminação sócio racial etc. Com isso, as comunidades de terreiro têm sido fortemente chamadas a atuar como agentes políticos por ser importantes centros de construção de identidade voltados à memória e pratica de valores cognitivos de origem africana. Tombamentos de terreiro e de manifestações culturais de influência religiosa têm mostrado a presença e importância destas comunidades neste processo.
11:00 as 12:30 h - Mesa 6 - Religião e Artes
Marcelo Mendes (USP)
Dilma de Melo e Silva (USP)
Coordenação: Roberval Marinho (UCB)
Esta mesa visa promover uma reflexão sobre a importância das religiões afro-brasileiras na construção da identidade nacional por meio da produção artística. Como se sabe, essa religiosidade influenciou fortemente a música popular brasileira (com gêneros musicais como o samba), as manifestações festivas nacionais (como o carnaval, maracatus, afoxés, festas de largo), a literatura (sendo Jorge Amado seu grande divulgador), o cinema e as artes visuais, entre outros campos.
13:00 as 14:30 h - Almoço
14:00 h - Abertura do Festival
Toque de Ogum, Oxóssi, Xangô, Logunedé e Oxun.
- Terno de Alabês do Ilê Axé Opô Afonjá e da Casa Branca do Engenho Velho (Salvador - BA)
15h – 1ª Apresentações das delegações de tocadores (Alabês, Xicarangomas e Huntós)
- Terno de Muxiki N`Goma do Nzo Tumbansi Twa Nzaambi Ngana Kavungu (Itapecerica da Serra – SP) com Taata Kwa Nkisi Katuvanjesi
- Terno de Huntós da Casa das Minas de Thoya Jarina (Diadema – SP) com Nochê Sandra de Xadantã
18 h - “O Dobra Couro” (Homenagem aos religiosos falecidos)
- Hayde Bangbose (Terreiro Pilão de Prata - BA)
- Cidália de Iroko (Terreiro do Gantois - BA)
- Manode de Iansã (Terreiro de Candomblé de Santa Bárbara - SP)
- Waldemiro Baiano (Terreiro SP-RJ)
- Toy Francelino de Xapanã (Casa de Mina de Thoya Jarina - SP)
- Jorge de Iemanjá (Casa de Iemanjá - MA)
- Zefinha de Oxum (Terreiro de Oxum Mitaladê - SP)
- Persio de Xangô (SP)
- José Flavio Pessoa de Barros (RJ)
- José Carlos de Ibualamo (SP)
- Caio de Xangô (Axé Ilê Oba - SP)
- Doda de Ossaim (SP)
19:00 as 20:00 h - Jantar
20:00 hs - Atividades Culturais
Lançamento de livros, trabalhos, CDs, DVDs e outros materiais religiosos.
Lançamento do livro: Obàtálá e a Criação do Mundo Yorùbá de Luiz L. Marins
02/11 – Sábado
10 as 12 h - Roda de Conversa – I Plano Nacional de Desenvolvimento Sustentável dos Povos e Comunidades Tradicionais de Matriz Africana
Silvany Euclênio (Secretaria de Comunidades Tradicionais SEPPIR PR)
Kota Mulanji Mona Kelembeketa - Regina Nogueira (Médica e Coordenadora de Saúde da População Negra de Embu das Artes)
O plano foi construído com base no Plano Plurianual (PPA 2012-2015) e reúne um conjunto de políticas públicas que buscam a garantia de direitos, a proteção do patrimônio cultural e da tradição africana no Brasil. Além do enfrentamento à extrema pobreza com ações emergenciais e de fomento à inclusão social produtiva e Desenvolvimento Sustentável.
A SEPPIR coordena o grupo de trabalho responsável pela execução, monitoramento e revisão do plano e que agrega os Ministérios do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Meio Ambiente, Saúde, Educação, Cultura, Planejamento, Orçamento e Gestão, Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, Fundação Cultural Palmares, Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).
12 as 13 h - Almoço
13 as 16 h - 2ª Apresentação das delegações de músicos
- Terno de Alabês do Ilê Axé Omo Oxê Igba Aladan (São Paulo – SP) com Bàbálórìsà Toninho d'Oxum
- Terno de Xikarangomas do Manzo Nkisi Musambu (Carapicuíba – SP) com Taata Taua e Négua Buraji
16h às 17 h - Atividades Culturais
17 h às 18 h- Mesa de Passagem da Bandeira do Alaiandê Xirê
Entrega de troféu Alaiandê Xirê
Ritual de passagem da Bandeira do Alaiandê Xirê para a Instituição que irá sediá-lo em 2014
(por Nice da Casa Branca – Iyalare do Alaiandê)
19h - Jantar de Encerramento
Visite Rede Afrobrasileira Sociocultural em: http://redeafrobrasileira.com.br/?xg_source=msg_mes_network


segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Pajelança Quilombólica Digital - Belém/PA


Pajelança Quilombólica Digital - Belém/PA
A Rede Mocambos e o Coletivo Casa Preta na perspectiva de garantir para essas comunidades a sua cultura, os seus costumes, a resignificação e o protagonismo da própria história, convida amigas e…
00:17:36
Adicionado em 16/09/2013
10 exibições
Pajelança Quilombólica Digital - Belém /Pará A Rede Mocambos e o Coletivo Casa Preta na perspectiva de garantir para essas comunidades a sua cultura, os seus costumes, a resignificação e o protagonismo da própria história, a “Pajelança Quilombólica Digital”, que objetiva fortalecer o conhecimento e empoderamento do saber livre a partir da visão africana.
http://wiki.mocambos.net/wiki/Videos_enviados_por_PC-RS

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Discurso de posse de Mãe Stella de Oxóssi na Cadeira nº 33 da Academia de Letras da Bahia’



Instituto Míd…
Formação do seu jeitoConferir o post no blog ‘Discurso de posse de Mãe Stella de Oxóssi na Cadeira nº 33 da Academia de Letras da Bahia’
Mensagem do blog adicionada por Instituto Mídia Étnica:
Mãe Stella é a primeira sacerdotiza do culto afro no Brasil a ocupar uma cadeira na Academia de Letras. O Fato histórico aconteceu no últim…
Link da mensagem do blog:
Discurso de posse de Mãe Stella de Oxóssi na Cadeira nº 33 da Academia de Letras da Bahia
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Carmen de Oxala :
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1ª ialorixá 'imortal', Mãe Stella assume cadeira que foi de Castro Alves na BA

Aos 88 anos, Mãe Stella é enfermeira formada na UFBA e publicou 6 livros.

Fonte: Egi Santana Do G1 BA

Mãe Stella (Foto: Egi Santana/G1)Mãe Stella foi escolhida para cadeira na ABL em votação no dia 25 de abril deste ano (Foto: Egi Santana/G1)
Mãe Stella de Oxóssi recebeu o título de "imortal" pela Academia de Letras da Bahia (ALB) na noite desta quinta-feira (12), em Salvador. Stella de Azevedo dos Santos é a primeira mulher negra e mãe-de-santo a assumir o posto no Brasil. Enfermeira de formação, ela assume a cadeira 33, que tem como patrono o poeta, escritor e abolicionista Castro Alves.
Durante seu longo discurso, lido pelo acadêmico Carlos Capinam, em decorrência dos 88 anos da iaolorixá, Mãe Stella fez uma passagem por livros, poesias e frases famosas de seus antecessores na cadeira, como Castro Alves.
"Muitas pessoas lutaram para que eu pudesse ocupar esta cadeira. Entre elas. o patrono, que em vozes da África, clamou por nós. Se minha bisavó chegou ao Brasil presa a muitos outros negros africanos, hoje aqui me encontro acorrentada por um adorno que me une a todos os baianos, brasileiros e humanos. Letrados ou não letrados. O poeta dos escravos desejava ver todos os homens tratados com igualdade de condições. Por isso escreveu um dos mais conhecidos poemas da literautra brasileira, 'O Navio Negreiro'", pontuou em parte de seu discurso de pouco mais de uma hora de duração.
Afinal, a sabedoria não tem cor e não pertence a nenhuma raça específica"
Mãe Stella de Oxossi
Em um segundo momento, levou a plateia que lotava o plenário da ALB à comoção quando, após agradecer, garantiu sua permanência na luta pela igualdade de direitos: "Sigo esforçando-me para que a religião trazida pelo povo africano ao Brasil seja devidamente respeitada. Sobre o fato de uma mãe-de-santo "marrom" - como se auto-intitulou após falar da herança portuguesa e africana de seus ancestrais -, assumir a vaga, ela acrescentou: "Afinal, sabedoria não tem cor e não pertence a nenhuma raça específica".
Formada na Universidade Federal da Bahia (UFBA), mãe Stella é a ialorixá do terreiro Ilê Axé Opó Afonjá, fundado em 1910 em São Gonçalo do Retiro, no Cabula, na capital baiana.  No currículo de seus 88 anos, ela traz seis livros publicados, todos sobre a temática da religião africana, e dois títulos de Doutor Honoris Causa, oferecidos pela UFBA e pela Universidade do Estado da Bahia (UNEB).
Capinam leu o discurso da nova "imortal" (Foto: Egi Santana/G1)Capinam leu o discurso da nova "imortal"
(Foto: Egi Santana/G1)
Participaram da cerimônia devotos do Candomblé, membros da Academia, representantes da sociedade e autoridades como o governador Jaques Wagner e o prefeito ACM Neto.
"Creio que é uma homenagem mais do que justificada pelo que ela representa do ponto de vista de sua espiritualidade, mas também pelo que ela representa pela sua produção, seus artigos e livros. Está de parabéns a Academia, e Mãe Stella. É um passo importante para a quebra de qualquer tipo de preconceito que ainda aconteça", disse o governador.
"Mãe Stella representa a cultura, a história, as tradições de nossa terra. Acho que é o exemplo da mulher baiana, com sua riqueza e grandeza, e sobretudo com seus exemplos sociais. Hoje, com imensa justiça, acaba sendo agraciada como imortal da Academia de Letras", pontuou o prefeito de Salvador, antes da cerimônia. A Ministra da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, Luiza Barrios, também esteve no evento.
Mais nova de quatro irmãos, Mãe Stella é considerada a sucessora de Mãe Menininha do Gantois (Maria Escolástica da Conceição Nazaré), um dos maiores nomes da religião africana no Brasil. Nascida em maio de 1925, na capital baiana, exerceu a profissão de enfermeira sanitarista por 35 anos. Hoje, em seu terreiro, funciona também a Escola Municipal Eugênia Anna dos Santos, que atende a cerca de 350 crianças do ensino fundamental. Ao todo, cerca de 100 famílias vivem na área do Ilê Axé Opó Afonjá.
Antes de se tornar imortal, Mãe Stella também recebeu a comenda Maria Quitéria, honraria da prefeitura de Salvador, a  Ordem do Cavaleiro, do governo do estado, e a comenda do Ministério da Cultura, pelos seus serviços prestados à cultura nacional.
CONEXÃO AFRO conexaoafro@gmail.com

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

ASSOBECATY através do Projeto Ajeun Ilerá realiza amanhã Oficina estendendo a oralidade sobre a escrita


ASSOBECATY através do Projeto Ajeun Ilerá realiza amanhã Oficina estendendo a oralidade sobre a escrita.Foto: ASSOBECATY através do Projeto Ajeun Ilerá realiza amanhã Oficina estendendo a oralidade sobre a escrita.
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terça-feira, 10 de setembro de 2013

Pré lançamento do Ponto de Cultura Ilê Axé Cultural

Reproduzir vídeo

Casa Tradicional ASSOBECATY, Ponto de Cultura para nossa cidade. Sempre fizemos cultura, porque cultura faz quem sabe, e só apoia que entende, conquistamos O PONTO DE CULTURA ILẼ AXÈ CULTURAL. Valeu…

http://www.youtube.com/watch?v=uon9jDrxlWs

Yo,
Como contrapartida  na  nossa  parceria  envio  o  vídeo e  me  coloco  a  sempre a  disposição os  meus  saberes  e  fazeres para a Assobecaty.
http://www.youtube.com/watch?v=uon9jDrxlWs#action=share

Axé

Olorum  se  mexeu

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Em meio o improviso sai uma elaboração do Banner Projeto Ilê Axé Cultural - Assobecaty

No meio da correria, surge a idéia de  improvisarmos um banner  do Ponto de Cultura Ilê Axé Cultural.

A transformação da  juta, retalhos,  fios de conta, em um criativo banner do Ponto,  dá o tom  inicial.


O nome  Ilê Axé Cultural,  no idioma yorubá, significa casa de força cultural, foi este o nome do projeto  que a Assobecaty, foi selecionado.

Quer dizer que os pontos selecionados no edital, serão  potencializados pelo Governo Federal, através do Programa Cultura Viva , em conjunto com o Governo  de Cultura do Estadual- RS.